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Title: Fenologia reprodutiva da palmeira Roystonea oleracea no campus da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Authors: Silva, Thuany Araujo
metadata.dc.contributor.advisor: Pires, Alexandra
metadata.dc.contributor.members: Pires, Alexandra
Portela, Rita de Cássia Quitete
Zucaratto, Rodrigo
Keywords: Arecaceae
Floração
Frutificação
Espécies exóticas
Issue Date: 28-Jun-2017
Abstract: O estudo da fenologia reprodutiva auxilia no entendimento dos processos de reprodução e regeneração das espécies vegetais; assim como da disponibilidade temporal dos recursos alimentares para fauna. No contexto de ambiente urbano, as informações obtidas pela fenologia servem também para compreender o estabelecimento de espécies não-nativas em um determinado local e, assim, fornecer conhecimentos para um manejo adequado. Este trabalho teve por objetivo caracterizar a fenologia reprodutiva da palmeira exótica Roystonea oleracea no campus da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ. As observações fenológicas mensais ocorreram de abril de 2016 a março de 2017, em 15 indivíduos. A cada vistoria foi verificada a presença de espatas fechadas, inflorescências, frutos imaturos e frutos maduros. A distribuição temporal das fenofases reprodutivas foi analisada por meio da estatística circular. Para verificar se os dados estavam distribuídos de maneira uniforme foi utilizado o teste de Rayleigh (Z). A floração aconteceu praticamente ao longo de todo o período analisado (estações seca e úmida), porém, foi individualmente curta (1 a 4 meses) e não presente nos meses de outubro e novembro de 2016. Frutos imaturos ocorreram por períodos consideravelmente mais longos, de 1 a 9 meses por planta. Esses frutos foram observados ao longo de todo o ano, sendo mais frequentes de janeiro a março de 2017 (final da estação úmida), com alguns meses sem a presença desta fenofase. Frutos maduros foram mais frequentes de maio a julho, não sendo observados em setembro e outubro de 2016. O intervalo em que frutos maduros ocorreram variou de 1 a 5 meses por planta. Durante todo o estudo, foi observado um número máximo de três inflorescências e de seis infrutescências por planta. A ocorrência de inflorescências e frutos imaturos ao longo do ano não diferiu de uma distribuição uniforme. Frutos maduros estiveram significativamente concentrados em um período da estação seca (maio a julho de 2016). A fenologia das palmeiras imperiais no campus sugere a existência de sazonalidade para frutos maduros. A continuidade das observações fenológicas desta espécie - exótica e já reportada com potencial invasor em áreas de Mata Atlântica no sudeste do Brasil - permitirá constatar a ocorrência de padrões fenológicos sazonais. Isso, por sua vez, favorecerá a adoção de ações de manejo adequadas ao ambiente no qual esta palmeira exótica está estabelecida, especialmente com relação à dispersão de propágulos, devido à presença de áreas florestadas no campus e à proximidade da Floresta Nacional Mário Xavier.
URI: http://repositorio.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/1235813/3205
Appears in Collections:TCC - Engenharia Florestal (Seropédica)

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