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Title: Avaliação da capacidade germinativa em Sophora tomentosa L. submetida a diferentes potenciais osmóticos
Authors: Andrade, Kauanna Domingues Cabral
metadata.dc.contributor.advisor: Martim, Silvia Aparecida
metadata.dc.contributor.members: Martim, Silvia Aparecida
Braz, Denise Monte
Breier, Tiago Böer
Keywords: Estresse osmótico
Açúcares redutores
Extravasamento de eletrólitos
Restinga
Issue Date: 27-Nov-2014
Abstract: O presente trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos do estresse osmótico induzido por manitol, em sementes de Sophora tomentosa L. na presença e ausência de luz, com o intuito de averiguar a interferência do estresse na germinação das sementes. Trata-se de uma espécie leguminosa arbustiva, típica de dunas móveis e semifixas, conhecida popularmente como feijão-da-praia, feijão-bravo, cambuí-da-restinga, sófora e comandaíba. As sementes foram escarificadas mecanicamente com o uso de lixa nº 80 para superação da dormência tegumentar, e acomodadas em câmara de germinação à temperatura constante de 25ºC, em presença (fotoperíodo de 12 horas) e ausência de luz. Utilizou-se dois métodos experimentais para a germinação das sementes: 1) uso de placas de petri e papel germitest e 2) uso de caixas gerbox e areia lavada estéril. Em função da elevada contaminação por fungos observada no método 1, este foi descartado, sendo adotado somente o método 2 nos próximos experimentos. Após a etapa de desinfestação das sementes com hipoclorito, as mesmas foram submetidas aos seguintes potenciais osmóticos: controle, T0 (0,0); T2 (-1,2); T3 (-2,4); T3 (-3,7) e T4 (-4,9) Mpa e foram realizadas as análises de: teste de germinação, extravasamento de eletrólitos, teores de açúcares redutores e testes histoquímicos para marcação de amido, lipídeos, compostos de parede celular e compostos fenólicos. Os resultados obtidos evidenciaram um padrão de resposta inversamente proporcional entre a porcentagem de germinação e os teores de açúcares redutores. As análises histoquímicas indicaram a presença de compostos fenólicos em áreas específicas e um espessamento da parede celular no potencial osmótico de -3,7 Mpa, sugerindo uma possível adaptação ao estresse osmótico imposto. Considerando-se a boa taxa de germinação e os demais resultados observados nos menores potenciais osmóticos concluiu-se que as sementes de Sophora tomentosa L apresentaram tolerância ao estresse a que foram submetidas.
URI: http://repositorio.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/1235813/2971
Appears in Collections:TCC - Engenharia Florestal (Seropédica)

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