Please use this identifier to cite or link to this item: http://repositorio.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/1235813/2959
Title: Tendências dos focos de calor obtidos por satélites meteorológicos e a sua relação com o uso e ocupação do solo no estado do Rio de Janeiro
Authors: Caúla, Rodrigo Hottz
metadata.dc.contributor.advisor: Oliveira Júnior, José Francisco de
metadata.dc.contributor.members: Oliveira Júnior, José Francisco de
Delgado, Rafael Coll
Pimentel, Luiz Cláudio Gomes
Keywords: Sensoriamento remoto
Produto MCD12Q1
Incêndios florestais
Queimadas
Ferramentas estatísticas
Ações antrópicas
Issue Date: 20-Nov-2014
Abstract: Foram avaliadas a distribuição, percentual e os grupos homogêneos por meses e por anos dos focos de calor ocorridos no Estado do Rio de Janeiro, incluindo o número de focos por regiões do Governo e suas variações sazonais e mensais, com ênfase na avaliação das suas tendências por testes estatísticos e análise multivariada e no uso e ocupação do solo. A série de focos de calor foi obtida dos satélites meteorológicos da base de dados do BDQueimadas (www.dpi.inpe.br/proarco/bdqueimadas), desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), sendo composta pela série de 2000 a 2012 e os anos de 2001 e 2013. Mapas e tabelas foram construídos para melhorar e simplificar a análise e avaliação dos resultados. Os mapas representam as diferentes classes temáticas do uso e ocupação do solo via produto MCD12Q1, derivado do sensor Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS). Para a avaliação das tendências de crescimento e decaimento dos focos de calor usou-se os testes não paramétricos (Mann-Kendall e Pettitt), seguido da Análise de Agrupamento (Método de Ward) na identificação dos grupos homogêneos e aplicação da distribuição de Weibull na série temporal. Os satélites meteorológicos com melhor desempenho foram AQUA-MT, TERRA-MT e NOAA-12. A distribuição de Weibull representa as principais categorias máximas, cujos valores da distribuição cumulativa de focos de calor anuais no Estado do Rio de Janeiro foram da ordem de 72% na 1ª classe (municípios com até 346 focos), seguido de 15% na 2ª classe (municípios com 346 a 690 focos), 4% na 3a classe (municípios com 690 a 1034 focos). O teste de Mann-Kendall se mostrou significativo para o ano de 2001, com tendências de 0,1940 e 0,0750 (Mann-Kendall) de crescimento dos focos para os anos de 2001 e 2013, seguido do aumento no valor de 0,0455 e 0,0182 por ano, respectivamente. O teste de Pettitt mostrou que para o ano de 2001 praticamente 70% dos municípios esteve acima do limite crítico, o que não ocorreu para o ano de 2013. O município que apresenta o maior percentual de focos de calor é Campos dos Goytacazes em comparação aos demais. A classe pastagem via produto MCD12Q1, foi a que teve maiores focos de calor com 354 focos (56,64%) para o ano de 2001 e 564 focos (42,28%) para o ano de 2013, sendo a maior quantidade na região Norte do estado. Recomenda-se a análise de mais anos para corroborar os resultados obtidos.
URI: http://repositorio.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/1235813/2959
Appears in Collections:TCC - Engenharia Florestal (Seropédica)

Se for cadastrado no RIMA, poderá receber informações por email.
Se ainda não tem uma conta, cadastre-se aqui!

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
Monografia Rodrigo Hottz.pdf3,56 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.