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Title: Avaliação dos focos de calor e desempenho dos satélites meteorológicos no município do Rio de Janeiro
Authors: Firme, Gustavo Soares
metadata.dc.contributor.advisor: Oliveira Júnior, José Francisco de
metadata.dc.contributor.members: Oliveira Júnior, José Francisco de
Lyra, Gustavo Bastos
Santos, Ednaldo Oliveira
Keywords: Sensoriamento remoto
Incêndios florestais
Fogo
Queimadas
Issue Date: 23-Jan-2014
Abstract: O presente trabalho avaliou a existência de padrões relacionais entre os focos de calor e o regime de vento na cidade do Rio de Janeiro. Os dados de focos de calor foram obtidos do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) na base referente ao BDQUEIMADAS e correspondera ao período de 1998 a 2013. Atualmente, o CPTEC utiliza vários satélites meteorológicos (Órbita Polar e Geoestacionário) para identificação desses focos. Foram feitas análises estatísticas descritivas e exploratórias nos totais dos focos de calor para identificação dos períodos e áreas de maior/menor ocorrência de focos no município do Rio de Janeiro. Em vista disso, Avaliou-se o desempenho dos satélites por meio da densidade de focos por unidade de área (km²). Por conseguinte, as análises estatísticas dos focos, definiu-se o período de 2 a 12 de setembro de 2007para simulação do regime de vento na cidade do Rio de Janeiro, com a atuação da Alta Subtropical do Atlântico Sul (ASAS). Na simulação utilizou o modelo WRF (Weather Researchand Forecasting) com 4 domínios, sendo 3 grades aninhadas e, com resoluções espaciais horizontais diminuindo na proporção de 3:1, para que houvesse interação entre os domínios foi usada interação bidirecional (“two-way”).Todos os domínios foram configurados com 52 níveis sigma na vertical. Para tanto, foram utilizados os dados de topografia e dados de elevação USGS. Os resultados obtidos da série de 16 anos mostraram que os anos de maiores ocorrências de focos de calor foram 2002 (9,2%), 2007 (10,5%), 2010 (12%) e 2011 (14,8%), correspondentes a 46,5% da série e com totais superiores a 1200 focos anuais no município do Rio de Janeiro. As estações com maiores ocorrências de focos de calor foram o inverno (33,56%) e a primavera (52,51%), enquanto que as menores ocorrências foram nas estações do verão (8%) e outono (5,88%). Os meses extremos de ocorrência de focos de calor foram agosto, setembro e outubro. Os satélites meteorológicos AQUA-MT (34,11%), NOAA-12 (11,78%), TERRA-MT (10,99%), AQUA-T (8,81%), TERRA M-M (7,80%) e NOAA 15 (6,99%) tiveram melhor desempenho na detecção dos totais de focos por unidade de área em comparação aos demais e totalizaram 80,52% focos no município do Rio de Janeiro. As classes de uso e ocupação do solo( floresta , pastagem, agricultura, área urbana, solo exposto) com maiores ocorrências de focos de calor foram pastagem (48,28%) e área urbana (39,66%). Destaque para classe da pastagem que tiveram aumento considerável no período de estudo. Os resultados gerados neste estudo são de grande valia para o planejamento das ações de prevenções e combate aos incêndios florestais e urbanos. Além disso, auxiliam na compreensão da questão do fogo e sua influência na formação da paisagem na cidade do Rio de Janeiro.
URI: http://repositorio.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/1235813/2833
Appears in Collections:TCC - Engenharia Florestal (Seropédica)

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