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Title: Superação de dormência de sementes de espécies florestais empregadas na recuperação de áreas degradadas
Authors: Santos, André Luís Fonseca dos Santos
metadata.dc.contributor.advisor: Piña-Rodrigues, Fátima
Freire, Juliana Muller
metadata.dc.contributor.members: Piña-Rodrigues, Fátima
Maêda, Jorge Mitiyo
Lopes, Higino Marcos
Keywords: Sementes florestais
Germinação
Espécies florestais
Leguminosae
Issue Date: 8-Dec-2008
Abstract: Para algumas espécies florestais, mesmo em condições ambientais favoráveis as sementes não germinam, sendo consideradas dormentes. Este trabalho teve como objetivo estudar os métodos de superação de dormência tegumentar de espécies arbóreas da família Leguminosae utilizadas para recuperação de áreas degradadas: orelha-de-negro (Enterolobium contortisiliquum (Vell.) Morong), cássia grande (Cassia grandis - L.F.), roseira (Mimosa artemisiana Hering & Paula) e saman (Samanea tubulosa (Benth.) Barneby & Grimes). As sementes foram coletadas no município do Rio de Janeiro por técnicos do Projeto Mutirão Reflorestamento no primeiro bimestre de 2001. No Laboratório de Biologia Reprodutiva e Conservação de Espécies Arbóreas (LACON) da UFRRJ foram avaliados os seguintes tratamentos para superação de dormência, variando de acordo com cada espécie: a) escarificação química com ácido sulfúrico (H2SO4), por 5’, 10’, 15’, 20’ e 30 minutos; b) escarificação mecânica efetuada com auxílio de lixa por 4 minutos; c) escarificação térmica por 5’, 10’, 15’, 30 minutos e 24 horas; d) “joga e tira” em água quente com temperatura de ± 98ºC (retira-se imediatamente) e testemunha. Foram calculadas a porcentagem de germinação e índice de velocidade de germinação (IVG). Houve diferença significativa (p>0,05) para todos os tratamentos, de todas as espécies, exceto para a germinação de Enterolobium contortisiliquum, devido a alta variância entre as repetições dos tratamentos desta espécie. Para sementes de Cassia grandis a imersão em ácido sulfúrico, independente do tempo utilizado, apresentou os melhores resultados de germinação (> 80%) e IVG (> 1,3), em relação à testemunha, que obteve germinação e IVG de, respectivamente, 13,3% e 0,02. Para Mimosa artemisiana, a imersão de sementes em água ±98ºC por 15’ ou 30 minutos se mostraram mais viáveis, tendo promovido os maiores valores de germinação (>80%) e IVG, em relação à testemunha e os demais tratamentos. A escarificação mecânica se mostrou mais viável do que a escarificação química com ácido sulfúrico para promover a germinação de sementes de Samanea tubulosa. Para o Enterolobium contortisiliquum recomenda-se que a superação de dormência de sementes seja realizada com imersão em água quente a ±98ºC, seguida de banho frio por 5 minutos.
URI: http://repositorio.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/1235813/2772
Appears in Collections:TCC - Engenharia Florestal (Seropédica)

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