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Title: Associações com fungos micorrízicos e bactérias fixadoras de nitrogênio em Allagoptera arenaria (Gomes) O. Kuntze na Restinga de Marambaia, R.J
Authors: Braga, Thiago Ventura Scoralick
metadata.dc.contributor.advisor: Silva, Eliane Maria Ribeiro da
metadata.dc.contributor.members: Silva, Eliane Maria Ribeiro da
Carvalho, Alexandre Monteiro de
Pereira, Marcos Gervasio
Keywords: Palmeira
Fixação biológica do nitrogênio
Simbiose
Ambientes costeiros
Associação mutualista
Issue Date: 24-Jul-2008
Abstract: O termo restinga, em seu sentido fitogeográfico, designa todas as formações vegetais que ocorrem sobre as planícies quaternárias litorâneas decorrentes da última regressão marítima e que foram colonizadas pela flora e fauna provenientes de ecossistemas adjacentes. As restingas correspondem a uma extensão de 70% do litoral brasileiro, e correspondem a cerca de 1.200 km² no estado do Rio de Janeiro. A Allagoptera arenaria é uma palmeira que possui altura variável de 0,5 até 3 m, caule tipo estipe, normalmente indiviso e subterrâneo. Está presente desde Pernambuco até o Paraná e no Estado do Rio de Janeiro é de larga expressão, ocorrendo em todas as restingas, desde as mais preservadas até as mais impactadas. Formam populações densas em determinados trechos do cordão arenoso, caracterizando a formação arbustiva de Palmae na restinga da Marambaia. Os fungos micorrízicos arbusculares (FMA) são organismos simbiotróficos obrigatórios da maioria das plantas vasculares, constituindo exceção a sua ausência. Além disso desempenham importante papel no ciclo de nutrientes em florestas tropicais. A maximização na obtenção de nutrientes por plantas micorrizadas, contribui para o crescimento do vegetal e para o aumento de sua resistência a situações adversas. A fixação biológica do nitrogênio (FBN) constitui-se como importante forma de aumento na produção vegetal, dada à importância do elemento na síntese de proteínas e enzimas que garantem a vida do vegetal. A FBN destaca-se como uma alternativa aos adubos nitrogenados de origem fóssil, sendo os mesmos responsáveis por graves problemas ambientais, pois a sua lixiviação contamina severamente solos e águas superficiais, além disso o uso de bactérias diazotróficas diminui os custos de produção e maximizam a produtividade. Considerando a intensa antropização a que está sujeito, torna-se cada vez mais importante o conhecimento da florística e estrutura de áreas de Restinga a fim de auxiliar em sua conservação e recuperação de áreas degradadas. No presente trabalho foram coletadas 10 amostras das áreas de pré e pós-praia, e 5 de cada área experimental, que eram compostas de 200g de solo com raízes coletadas a aproximadamente 2/3 da projeção de copa. As raízes foram clarificadas e quantificadas quanto à presença de colonização por fungos. Os esporos foram identificados e quantificados na amostra. As bactérias foram estimadas pela técnica do número mais provável nas diferentes áreas. A. arenaria realiza associação com fungos micorrízicos arbusculares e bactérias fixadoras de nitrogênio, sendo as áreas de pré e pós-praia as de maior incidência de esporos. As raízes apresentaram taxa de colonização média de 68,2%, sendo este mais um fator que contribui para a afirmação acima. Quanto às bactérias o presente estudo permite apenas confirmar a sua associação com a palmeira.
URI: http://repositorio.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/1235813/2767
Appears in Collections:TCC - Engenharia Florestal (Seropédica)

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