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Title: Os espaços não formais das trilhas ecológicas educativas como instrumento para prática de educação ambiental: uma proposta de sequência didática
Authors: Lopes, Eliene dos Santos
metadata.dc.contributor.advisor: Pinto, Benjamin Carvalho Teixeira
metadata.dc.contributor.members: Pinto, Benjamin Carvalho Teixeira
Miranda, Cristiana do Couto
Fonseca, Lana Claudia de Souza
Keywords: Educação ambiental
Sequência didática
Trilhas ecológicas educativas
Espaço não formal
Bacia hidrográfica
Issue Date: 17-Jul-2017
Abstract: A presente pesquisa se propõe a investigar a aplicabilidade de uma proposta de sequência didática que alia atividades em sala de aula (espaço formal) e atividades em trilhas (espaço não formal), a fim de problematizar “temas-geradores”, explorando elementos de uma bacia hidrográfica em uma trilha (Jequitibá-Rosa) do Parque Natural Municipal do Curió de Paracambi (PNMPC) – Paracambi, RJ. O objetivo é avaliar o uso das trilhas ecológicas educativas como recurso pedagógico para problematizar conceitos ecológicos e socioambientais, em uma perspectiva crítica, para promover a Educação Ambiental. Os espaços não formais ampliam o espaço pedagógico e permitem o contato prático com o objeto de estudo favorecendo a transposição de conteúdos escolares para a realidade e contribuindo para que os estudantes tenham uma visão de Ciência ampliada, e diferente daquela muitas vezes veiculada na escola com teorias acabadas, de maneira estática, reducionista, utilitarista do meio ambiente e inquestionável. Os sujeitos participantes da pesquisa foram estudantes de duas escolas públicas da Educação Básica que se situam no entorno da UFRRJ, campus Seropédica, Rio de Janeiro. Esta pesquisa se deu em três etapas: (i) em sala de aula (espaço formal), (ii) na trilha (espaço não formal) e (iii) no retorno a sala de aula (espaço formal), através uma sequência didática. Em sala de aula (espaço formal), a sequência didática contou com atividades que promoveram um debate crítico, a partir de conceitos ecológicos e socioambientais. Nas atividades de trilha (espaço não formal) da sequência didática foram realizadas paradas pré-estabelecidas para problematizar esses conceitos ecológicos e questões socioambientais com uma abordagem Crítica e Emancipatória. O processo de ensino aprendizagem foi avaliado de maneira qualitativa. Foi possível inferir que as atividades na trilha do Jequitibá-Rosa, ampliaram a compreensão sobre o conceito de seres vivos e suas diversas interações com o meio ambiente, bem como a importância da biodiversidade; os estudantes compreenderam a importância da Mata Atlântica e os conceitos de espécie nativas, exóticas e invasoras, a partir desse bioma, comparando a serrapilheira, em diversos trechos da trilha; problematizaram os usos e a poluição da água através de discussões com a abordagem da Educação Ambiental Crítica. Portanto, depreende-se que as trilhas ecológicas educativas tendo como temas geradores os elementos da bacia hidrográfica são excelentes recursos para a abordagem de uma Educação Ambiental Crítica e Emancipatória.
URI: http://repositorio.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/1235813/2761
Appears in Collections:Monografias do Curso de Biologia

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