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Title: Indicadores de sustentabilidade na prática agroflorestal: um estudo de caso no Sítio São José, Sertão de Taquari, Município de Paraty - RJ
Authors: Pollmann, Gustavo da Motta
metadata.dc.contributor.advisor: Passos, Carlos Alberto Moraes
metadata.dc.contributor.members: Passos, Carlos Alberto Moraes
Leles, Paulo Sérgio dos Santos Leles
Morokawa, Tokitika
Keywords: Sistemas agroflorestais
Indicadores de sustentabilidade
Biodiversidade
Issue Date: Jul-2008
Abstract: O objetivo deste trabalho foi descrever os indicadores de sustentabilidade na prática Agroflorestal da família Ferreira, utilizando indicadores de sustentabilidade culturais, ambientais e sócio-econômicos. Este trabalho fez uma descrição da vivência da família Ferreira, considerando suas características e peculiaridades, que há pouco mais de 10 anos vem desenvolvendo a prática agroflorestal no sítio São José, localizado no Sertão de Taquari, Paraty-RJ. Foram analisadas e descritas a rotina da família e as atividades desenvolvidas atualmente, em quatro visitas ao sítio. A descrição do histórico do sítio e da família Ferreira, como indicadores culturais, demonstra os Sistemas Agroflorestais (SAFs) como alternativa de sustentabilidade oferecendo tanto uma diversidade de alimentos para diferentes épocas do ano quanto suporte ambiental e atrativo para turistas e práticas de educação ambiental. As análises dos SAFs foram focadas no aporte de nutrientes via serapilheira, na analise química da fertilidade do solo e na descrição da estrutura florística que se encontram os SAFs e a floresta que os circunda. Os sistemas agroflorestais (SAFs) analisados, para descrição dos indicadores ambientais, foram implantados em diferentes épocas (SAF4-2002, SAF9-2004 e SAF11- 2006) e foram comparadas com a floresta remanescente que circunda o sítio. As coletas de dados foram feitas no sítio São José, e levadas para analise e processamento nos laboratórios da UFRRJ (Departamento de Sol os/LAPER-IF). O SAF 9 foi o sistema que depositou maior peso de serapilheira (28,05 Mg.ha-1) pelo grau de freqüência do manejo de podas, seguido do SAF 04 (13,14 Mg.ha-1), a floresta (7,85 Mg.ha-1) e o SAF11 (7,65 Mg.ha-1). A poda da vegetação nos SAFs favoreceu a ciclagem de nutrientes e contribuiu para elevação dos conteúdos destes na serapilheira. A comparativa análise da estrutura florísticas dos SAFS e da floresta demonstrou que observando a menor parcela (2x2m) temos um maior índice de diversidade no SAF4, SAF9 e Floresta, consecutivamente, e os valores tendem a crescer conforme se aumenta a área da parcela sugerindo os SAFs como dinamizadores de sistemas regenerativos. Os resultados da análise química apresentam nível médio a alto de fertilidade natural do solo, nas quatro áreas. Os SAFs sob o aspecto geral, promissores na recomposição destas funções ecológicas, quando comparados a floresta. Ainda foram analisados os aspectos econômicos fazendo um balanço ao longo dos anos após as respostas da implantação dos SAFs. A prática agroflorestal realizada pela família apresenta resultados positivos, tanto nos aspectos culturais, ambientais e sócio-econômicos.
URI: http://repositorio.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/1235813/2750
Appears in Collections:TCC - Engenharia Florestal (Seropédica)

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