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dc.contributor.advisorPinto, Surama Conde Sá-
dc.contributor.authorPinto, Ana Carolina Cavalcante-
dc.date.accessioned2017-02-16T22:24:16Z-
dc.date.available2017-02-16T22:24:16Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.citationPINTO, Ana Carolina Cavalcante. Classificação etária é censura? O debate sobre a censura na última década (2000-2010). 2014. 53 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História)–Instituto Multidisciplinar, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, 2014.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/1235813/208-
dc.description.abstractEste trabalho tem como objetivo central discutir até que ponto a Constituição de 1988 marca o fim da censura no Brasil. Recortando o período compreendido entre 2000 e 2010 e utilizando o Jornal do Brasil como fonte, além da legislação da Classificação Indicativa instituída no lugar da censura e em vigência até hoje, buscamos mostrar que ao contrário dos períodos em que vivíamos uma ditadura, e que contávamos com uma censura pública, acreditamos que na Nova República foram desenvolvidos novos mecanismos, mais discretos e indiretos, de censura. Essas práticas se manifestam na perseguição a autores e obras sob forma de processos judiciais, em leis de regulamentação do que pode ser ou não considerado um insulto, no controle dos incentivos culturais e artísticos, que impedem amadores de produzir sem apoio governamental, e cumprem o papel de definir o que é “moral e correto” para a sociedade e/ou governantes. Tais práticas configuram uma censura de insubstancial, indireta.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectCensurapt_BR
dc.subjectLiberdade de imprensapt_BR
dc.titleClassificação etária é censura? O debate sobre a censura na última década (2000 – 2010)pt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.membersPinto, Surama Conde Sá-
dc.contributor.membersBarros, José Costa D’Assunção-
dc.contributor.membersBasile, Marcello Otávio Neri de Campos-
dc.degree.levelbachareladopt_BR
dc.description.abstractOtherThis work aims to discuss until how far the 1988's Constitution marks the end of the censorship in Brazil. Through the research of the period between 2000 and 2010 and working with Brazil's newspaper as a primary source, beyond the Indicative classification law instituted in place of the censorship and in effect until today, the work intends to show that, unlike the periods in which we lived a dictatorship, and we had a public censure, we believe that in the new Republic were developed new mechanisms, more discreet and indirect, of censorship. These practices are manifested in pursuit of authors and works in the form of lawsuits, regulatory laws that may or may not be taken as an insult, keeping control of cultural and artistic incentives, which prevent amateurs to produce without government support, and fulfill the role of defining what is "moral and correct" to society and or rulers. Such practices constitute an insubstantial, indirect censorship.pt_BR
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