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Title: Produção de serapilheira, aporte de nutrientes e composição da fauna edáfica em áreas de floresta atlântica em Santa Maria de Jetibá, ES
Authors: Calvi, Gêangelo Petene
metadata.dc.contributor.advisor: Pereira, Marcos Gervasio
metadata.dc.contributor.members: Pereira, Marcos Gervasio
Balieiro, Fabiano de Carvalho
Carvalho, Acácio Geraldo de
Keywords: Serrapilheira
Fauna de Solo
Indicadores de qualidade do solo
Ciclagem de nutrientes
Issue Date: 2006
Abstract: Este estudo foi realizado na Fazenda Espíndula, Santa Maria do Jetibá (ES), com o objetivo de avaliar o padrão de deposição de serapilheira e a fauna edáfica em duas áreas com formações vegetais distintas, definidas como: (A) Floresta Secundária – com cerca de 25 ha, correspondente a uma antiga área de cultivo de mandioca a cerca de 50 anos em processo de sucessão ecológica e onde hoje se encontra uma mata secundária e (B) Floresta Secundária “Antiga” – correspondente a uma área de floresta que foi submetida apenas a extração seletiva de madeira para utilização da própria fazenda. Em cada uma das florestas foram delimitadas áreas de aproximadamente 0,1 ha e nestas foram distribuídos aleatoriamente dez coletores cônicos. As coletas foram realizadas mensalmente durante o período de novembro de 2003 a outubro de 2005. O material coletado foi estratificado, secado e pesado. A massa total se serapilheira (t ha-1) e o conteúdo de N, P e K (Kg ha–1)foram estimados. Para a avaliação da fauna edáfic foram distribuídos, próximo aos coletores, armadilhas (pit fall) nas estações do inverno de 2004 e verão de 2005. Não foram verificadas grandes diferenças entre o total aportado nas áreas, sendo os maiores valores de produção observados no verão, possivelmente devido à ação mecânica de ventos e da chuva. A fração de maior contribuição foi a foliar, correspondendo a 74,62% para a área de Floresta Secundária e 69,46% para a área de Floresta Secundária “Antiga”. Quanto aos organismos do solo, verificou-se o predomínio do grupo Díptera, nas estações em ambas as áreas, sendo exceção a este comportamento a área de Floresta Secundária no Verão. Os maiores valores dos índices de Shannon, Riqueza e Uniformidade, foram verificados na estação do inverno, não sendo constatada diferenças entre as áreas, exceto para o Índice de Riqueza, que apresentou diferença estatística pelo teste de Tukey a 5% de significância entre as áreas nas diferentes estações avaliadas e entre estações para a área de Floresta Secundária. De maneira geral, constata-se que o tempo de recuperação da floresta secundária, parece ter sido suficiente para que esta apresente os mesmos padrões funcionais em relação à floresta secundária antiga.
URI: http://repositorio.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/1235813/1279
Appears in Collections:TCC - Engenharia Florestal (Seropédica)

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