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Title: Levantamento populacional e manejo da espécie exótica invasora Dracaena fragrans Ker-Gawl (angiospermae – liliaceae), em um trecho de floresta atlântica sob efeitos de borda no Parque Nacional da Tijuca, Rio de Janeiro, Brasil.
Authors: Ribeiro, Michelle de Oliveira
metadata.dc.contributor.advisor: Zaú, André Scarambone
metadata.dc.contributor.members: Zaú, André Scarambone
Magalhães, Luis Mauro Sampaio
Freitas, André Fellipe Nunes de
Keywords: Floresta Atlântica
Dracaena fragrans
Efeitos de borda
Espécies exóticas invasoras
Manejo
Issue Date: 2006
Abstract: A fragmentação das florestas tropicais amplia os efeitos de borda, reduzindo as áreas de interior de floresta que abrigam espécies típicas de trechos melhor conservados. Entretanto, plantas invasoras podem ser beneficiadas pelas alterações decorrentes dos efeitos de borda, sendo, atualmente, consideradas a segunda maior ameaça à biodiversidade. Este estudo objetivou conhecer e avaliar aspectos da ecologia de Dracaena fragrans e propor formas para o manejo desta espécie invasora. O estudo foi desenvolvido na sub-unidade “Floresta da Tijuca”, do Parque Nacional da Tijuca/RJ. Foram alocados 12 transetos em cada situação de microrelevo (“encosta acima” e “encosta abaixo”), computandose o número de indivíduos encontrados. Os dados foram normalizados e submetidos ao teste “t” para detectar diferenças entre as densidades de plantas nas vertentes “encosta acima” e “encosta abaixo”, além de serem calculados a densidade populacional da espécie e o Índice de Dispersão de Morisita. Foram testados três tratamentos para o manejo da espécie: corte raso, arranquio e controle, sendo avaliada a intensidade de regeneração da espécie através do registro do número de indivíduos que rebrotaram. Os tratamentos foram avaliados pela análise de variância seguida do teste de Tukey. O teste “t” indicou diferenças significativas entre as densidades de plantas nas situações analisadas, sendo esta maior em “encosta abaixo” e o Índice de Dispersão de Morisita indicou um padrão de distribuição agregado para a espécie. A construção das estradas pode ter originado situações microclimáticas distintas e favorecido a ocorrência da dracena em “encosta abaixo”. Os tratamentos testados para manejo mostram que com o tempo ocorre a recolonização das áreas manejadas. Pode-se concluir que a dracena possui alto poder competitivo e nenhum dos tratamentos testados isoladamente foi eficaz no controle desta espécie. Propõem-se a elaboração de um plano de manejo que associe o arranquio das exóticas com o plantio imediato de espécies nativas.
URI: http://repositorio.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/1235813/1278
Appears in Collections:TCC - Engenharia Florestal (Seropédica)

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