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    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8988</link>
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    <pubDate>Tue, 04 Aug 2026 13:45:25 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-04T13:45:25Z</dc:date>
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      <title>Educação patrimonial na educação infantil: um estudo na Escola Sesc Nova Iguaçu - RJ</title>
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      <description>Título: Educação patrimonial na educação infantil: um estudo na Escola Sesc Nova Iguaçu - RJ
Autor: Montenegro, Amanda da Paixão
Resumo: Esse trabalho investigou a presença e desenvolvimento da educação patrimonial na Escola&#xD;
Sesc Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, um espaço de educação formal para crianças de 2&#xD;
a 5 anos. Na Escola Sesc Nova Iguaçu, em 2016, a equipe pedagógica iniciou um estudo&#xD;
coletivo sobre o território, conhecendo a rica história, as belezas e a importância da Baixada&#xD;
Fluminense, principalmente de Nova Iguaçu. Assim, começou um movimento envolvendo&#xD;
toda a comunidade escolar por meio de uma proposta colaborativa e brincante. Esse trabalho&#xD;
respondeu à seguinte problemática: como a educação patrimonial pode impulsionar, desde a&#xD;
Educação Infantil, a apropriação de valores relacionados aos patrimônios culturais, à memória&#xD;
e à identidade a partir do contexto da Escola Sesc Nova Iguaçu? O objetivo geral foi analisar&#xD;
as práticas de educação patrimonial desenvolvidas na Educação Infantil da Escola Sesc Nova&#xD;
Iguaçu, durante o período de 2016 a 2025, dissertando sobre a relevância da educação&#xD;
patrimonial para o (re)conhecimento sobre os patrimônios culturais, relacionando com&#xD;
identidades e memórias. Especificamente, investigou-se o estado da arte da questão da&#xD;
educação patrimonial no Brasil; realizou-se levantamento sobre a educação patrimonial na&#xD;
Educação Infantil; analisou-se e documentou-se as atividades de educação patrimonial para a&#xD;
primeira infância na Escola Sesc Nova Iguaçu, descrevendo em detalhe a abordagem da&#xD;
escola. Metodologicamente, a pesquisa assumiu um delineamento qualitativo, se classificando&#xD;
como pesquisa-ação, cujo método de coleta de dados foi o documental. Para tanto, na primeira&#xD;
etapa foi relatado o perfil da escola e os principais pontos da proposta pedagógica: os&#xD;
princípios, a abordagem pedagógica, os processos de avaliação e a documentação&#xD;
educacional. Tais dados se basearam no Projeto Político Pedagógico e no regimento escolar.&#xD;
Na segunda etapa foi realizado um levantamento das atividades de educação patrimonial da&#xD;
escola, destacando o público participante, a metodologia da equipe docente e o impacto e as&#xD;
aprendizagens por meio do portfólio e arquivos da escola. A partir desses dados, analisa-se a&#xD;
escola como um espaço de mediação cultural que contribui para a construção de vínculos,&#xD;
identidades e pertencimento das crianças e suas famílias, por meio de experiências&#xD;
relacionadas ao território e à cultura local, com o educador como mediador desse processo.&#xD;
Conclui-se que a Educação Infantil é um espaço privilegiado para a educação patrimonial,&#xD;
&#xD;
sendo necessários investimentos em formação docente e políticas educacionais. A educação&#xD;
patrimonial desde a infância contribui para a formação cultural, social e cidadã das crianças e&#xD;
na valorização das memórias, identidades, patrimônios e referências culturais.</description>
      <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-04-28T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Um olhar para Japeri: ensino, pesquisa e educação patrimonial. A Pedra Lisa como paisagem cultural</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25849</link>
      <description>Título: Um olhar para Japeri: ensino, pesquisa e educação patrimonial. A Pedra Lisa como paisagem cultural
Autor: Afonso, Monica Musa
Resumo: Japeri é um município conhecido por marcar o ponto final da linha de trem do ramal da antiga&#xD;
Estrada de Ferro Central do Brasil, o que contribui para seu distanciamento físico e&#xD;
socioeconômico em relação à cidade do Rio de Janeiro. Frequentemente associado à violência&#xD;
e à precariedade nas narrativas midiáticas, o município integra a Baixada Fluminense, região&#xD;
cuja diversidade é muitas vezes apagada por discursos homogêneos e estigmatizantes. Este&#xD;
trabalho investiga a existência de patrimônios possíveis, a partir da ampliação do conceito de&#xD;
patrimônio cultural aplicado a territórios periféricos. A pesquisa adota uma perspectiva&#xD;
situada, valorizando os olhares e vivências dos moradores. Para tanto, foi realizada observação&#xD;
participante no bairro Pedra Lisa, espaço marcado por memórias e modos de vida associados&#xD;
à luta pela posse da terra. A investigação permitiu identificar a Pedra Lisa como uma paisagem&#xD;
cultural e subsidiou a elaboração de uma sequência didática, fundamentada na Base Nacional&#xD;
Comum Curricular (BNCC), com ênfase na abordagem geohistórica. A proposta configura-se&#xD;
como uma prática de educação patrimonial e contribui para o reconhecimento da Pedra Lisa&#xD;
como patrimônio cultural em construção, evidenciando sua centralidade em um campo de&#xD;
disputas simbólicas e políticas no presente.</description>
      <pubDate>Sun, 07 Sep 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-09-07T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O Caxambu na Roda: cultura Bantu e suas transformações nas Comunidades Jongueiras do Sul do Estado do Rio de Janeiro</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24326</link>
      <description>Título: O Caxambu na Roda: cultura Bantu e suas transformações nas Comunidades Jongueiras do Sul do Estado do Rio de Janeiro
Autor: Caldas, Tania Maria de Araújo
Resumo: A presente pesquisa visou compreender o papel das práticas culturais vivenciadas pelas&#xD;
comunidades jongueiras que contribuíram para a construção das identidades de seus&#xD;
indivíduos, focando na observação da expressão cultural Jongo/Caxambu, trazendo à luz os&#xD;
costumes, crenças e valores, e destacando as adaptações ocorridas para garantir a&#xD;
continuidade das tradições dos remanescentes dos grupos linguísticos-culturais Bantu&#xD;
presentes no Vale do Paraíba Sul-Fluminense. A área estudada é composta por partes dos&#xD;
municípios de Vassouras, Barra do Piraí e Pinheiral, nos quais se recortou as seguintes&#xD;
comunidades jongueiras: Jongo/Caxambu Renascer (Vassouras); Jongo/Caxambu Sementes&#xD;
da África (Barra do Piraí) e Jongo de Pinheiral, eleitas por suas semelhanças de formação e&#xD;
participação significativas no conjunto de jongueiros da região. O primeiro capítulo adotou&#xD;
uma abordagem estruturada a partir da perspectiva do pensamento crítico da produção&#xD;
bibliográfica africana, bem como outros autores que discutem a formação dos povos oriundos&#xD;
da África Central para o Brasil, na diáspora. Esse marco histórico foi fundamental para a&#xD;
compreensão das raízes históricas e culturais das comunidades jongueiras e sua relação com&#xD;
as práticas culturais trazidas pelos ancestrais africanos. O segundo capítulo, por sua vez,&#xD;
utilizou a pesquisa etnográfica em um processo colaborativo com os membros das próprias&#xD;
comunidades. Esse método possibilitou a coleta de dados diretamente com os jongueiros,&#xD;
permitindo uma compreensão mais profunda das dinâmicas culturais, das adaptações e da&#xD;
importância da expressão cultural para a construção identitária de seus indivíduos. No terceiro&#xD;
capítulo, sobre as práticas culturais observadas, o Jongo/Caxambu, revelaram-se instrumentos&#xD;
vitais para a preservação das tradições, além de fortalecerem o senso de pertencimento e&#xD;
continuidades para as novas gerações. A pesquisa destacou como essas manifestações&#xD;
culturais contribuem não apenas para a manutenção das tradições, mas, também, para o&#xD;
fortalecimento da identidade coletiva dos descendentes dos Bantu. Essas interações e&#xD;
processos proporcionaram uma visão mais rica e mais autêntica sobre as práticas culturais&#xD;
vivenciadas. A pesquisa revelou que as comunidades jongueiras no Vale do Paraíba&#xD;
Sul-Fluminense desempenham um papel fundamental na salvaguarda e transmissão das&#xD;
tradições culturais africanas, especialmente, por meio da prática do Jongo/Caxambu. Um elo&#xD;
entre o passado e o presente que mantém viva a memória e a cultura desses povos africanos,&#xD;
Bantu, trazidos para o Brasil na diáspora.</description>
      <pubDate>Fri, 30 May 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24326</guid>
      <dc:date>2025-05-30T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>O grafismo marajoara: ressemantização afro-indígena na comunidade tradicional de matriz africana Ilê da Oxum Apará / Gildasio Miranda do Carmo</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24039</link>
      <description>Título: O grafismo marajoara: ressemantização afro-indígena na comunidade tradicional de matriz africana Ilê da Oxum Apará / Gildasio Miranda do Carmo
Autor: Carmo, Gildasio Miranda do
Resumo: Esta dissertação tem como objetivo analisar o uso tradicional da cerâmica marajoara na&#xD;
contemporaneidade, com foco na sua ressemantização, no estudo de caso da comunidade&#xD;
tradicional de matriz africana Ilê da Oxum Apará, situada no município de Itaguaí, no&#xD;
estado do Rio de Janeiro. O estudo parte da análise de 15 peças cerâmicas marajoaras&#xD;
que compõem o ACIOA - Acervo Cultural do Ilê da Oxum Apará, buscando compreender&#xD;
como os grafismos presentes nesses objetos são ressemantizados no contexto tradicional&#xD;
e cultural, compondo o seu patrimônio imaterial e material. A pesquisa examina o sentido&#xD;
semântico do grafismo marajoara como elemento simbólico, tradicional e estético. A&#xD;
investigação evidencia que esses grafismos são mais do que ornamentos, constituindo&#xD;
registros visuais de narrativas históricas, cosmologicas e ancestrais, que dialogam com as&#xD;
práticas das comunidades tradicionais de matriz africana. Utilizando como referencial&#xD;
teórico os conceitos de identidade afroindígena e afropindorâmica (Pacheco, 2017;&#xD;
Goldman, 2021 e Santos, 2015), bem como as políticas de salvaguarda do patrimônio&#xD;
cultural imaterial delineadas nas Cartas de Fortaleza (1997) e Mar del Plata (1997), e&#xD;
conceito de referencial cultural (Menezes, 2014). A análise também considera o processo&#xD;
histórico de nacionalização e espetacularização do grafismo marajoara no início do século&#xD;
XIX, (Linhares, 2015 e Valle, 2008) em especial no movimento modernista e Art Déco,&#xD;
por meio da atuação de artistas como Theodoro Braga, Vicente do Rego Monteiro e&#xD;
Corrêa Dias. Em contraponto, destaca-se o papel dos mestres ceramistas contemporâneos,&#xD;
como Mestre Cardoso, que impulsionou o grafismo neomarajoara, reafirmando uma&#xD;
estética popular, viva e identitária.</description>
      <pubDate>Thu, 04 Sep 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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