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    <title>Repositório Comunidade:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8937</link>
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    <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 07:15:17 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-26T07:15:17Z</dc:date>
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      <title>Espécies do gênero Eimeria Schneider,1875 (Apicomplexa: Eimeriidae) parasitos de caprinos nas microrregiões homogêneas do Brejo Paraibano e do Curimataú, Paraíba</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26166</link>
      <description>Título: Espécies do gênero Eimeria Schneider,1875 (Apicomplexa: Eimeriidae) parasitos de caprinos nas microrregiões homogêneas do Brejo Paraibano e do Curimataú, Paraíba
Autor: Filho, Erotides Martins
Resumo: Rebanhos exclusivamente de caprinos criados de forma extensiva e semi-&#xD;
extensiva procedentes de duas microrregiões homogêneas do Estado da Paraíba foram&#xD;
&#xD;
estudados durante 12 meses para verificar a ocorrência de parasitismo por espécies do&#xD;
gênero Eimeria. Os animais foram divididos em cinco categorias de acordo com suas&#xD;
condições fisiológicas: jovens (até seis meses de idade), fêmeas secas, fêmeas gestantes,&#xD;
fêmeas lactantes e machos reprodutores. Na microrregião Curimataú, foram coletadas&#xD;
363 amostras de fezes, estando 325 (89,53%) positivas e das 224 amostras fecais&#xD;
coletadas na microrregião Brejo Paraibano, 208 (92,95%) continham oocistos, indicando&#xD;
que a infecção foi comum nos rebanhos independentemente da idade e estado fisiológico.&#xD;
Observações morfométricas permitiram identificar nove espécies do gênero Eimeria em&#xD;
cada uma das microrregiões: E. alijevi, E. apsheronica, E. arloingi, E. caprina,&#xD;
E. caprovina, E. christenseni, E. hirci, E. jolchijevi, E. ninakohlyakimovae. Verificou-se&#xD;
pleomorfismo da E. ninakohlyakimovae que foi a espécie mais prevalecente nas duas microrregiões. A instensidade de infecção foi influenciada pela idade do hospdeiro e pelas diferenças ambientais de cada microrregião.</description>
      <pubDate>Fri, 26 Mar 1999 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26166</guid>
      <dc:date>1999-03-26T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Prevalência de Babesia equi (Laveran,1901) e Babesia caballi (Nuttall &amp; Strickland, 1912) em eqüinos da raça PSI</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26161</link>
      <description>Título: Prevalência de Babesia equi (Laveran,1901) e Babesia caballi (Nuttall &amp; Strickland, 1912) em eqüinos da raça PSI
Autor: Pereira, Maria Angélica Vieira da Costa
Resumo: Este estudo foi conduzido para avaliar 452 protocolos de diagnóstico para&#xD;
piroplasmose eqüina, através do Teste de Fixação de Complemento (TFC) em cavalos da raça&#xD;
Puro Sangue Inglês (PSI), com a idade entre quatro a seis anos, que competiram nos anos de&#xD;
1995 a 1997, no Jockey Club Brasileiro, Rio de Janeiro, originários de 15 estabelecimentos. A&#xD;
queda da “performance” foi o primeiro sinal evidenciado em 70% dos cavalos diagnosticados&#xD;
como soropositivos ao TFC para piroplasmoses eqüinas, durante o período estudado. No TFC&#xD;
a percentagem média de reações positivas nesta amostragem de eqüinos foi de 27,4% para&#xD;
antígenos de Babesia equi (Laveran, 1901) e de Babesia caballi (Nuttal &amp; Strickland,&#xD;
1912), sendo 19,7% para B. equi, 4,8% para B. caballi e 2,9% para ambos os antígenos.&#xD;
Os estabelecimentos eqüestres foram classificados em grande, médio e pequeno porte, de&#xD;
acordo com o número médio de eqüinos que competiram neste período: grande porte,&#xD;
compreendendo de 20 a 50 cavalos ou mais; médio porte, 10 até 20 cavalos e finalmente&#xD;
pequeno porte, com até 10 cavalos. A média de prevalência de portadores de infecção por B.&#xD;
&#xD;
XXII&#xD;
&#xD;
equi, variou de 10 a 30% em todos os estabelecimentos estudados. Não houve registros de&#xD;
infecções mistas por Babesia sp. nos estabelecimentos de grande porte, que fizeram parte deste&#xD;
estudo. Nos haras e centros de treinamento, o controle de carrapatos nos animais com acaricidas,&#xD;
foi feito somente na época de infestações mais evidenciadas (julho e/ou dezembro). As espécies&#xD;
encontradas foram identificadas como Amblyomma cajennense e Anocentor nitens, com&#xD;
ampla predominância da primeira.</description>
      <pubDate>Fri, 14 May 1999 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26161</guid>
      <dc:date>1999-05-14T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Achados radiográficos de gatos domésticos naturalmente infectados por Aelurostrongylus abstrusus</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26124</link>
      <description>Título: Achados radiográficos de gatos domésticos naturalmente infectados por Aelurostrongylus abstrusus
Autor: Nascimento, Ananda Senhoretto do
Resumo: A aelurostrongilose é uma parasitose pulmonar causada por Aelurostrongylus abstrusus, um nematódeo que acomete felinos domésticos e pode cursar com manifestações clínicas respiratórias inespecíficas, o que frequentemente dificulta seu diagnóstico. Este estudo teve como objetivo investigar a presença do parasito em gatos atendidos na região metropolitana do Rio de Janeiro e descrever os achados clínicos, coproparasitológicos e radiográficos dos casos positivos. Foram avaliados 545 felinos por meio da técnica de Baermann modificada. Três animais (0,6%) foram positivos para A. abstrusus e submetidos a exame clínico e radiografia torácica. Os sinais clínicos mais observados incluíram tosse, taquipneia, dispneia e secreção oculonasal. Apenas um dos três casos apresentou alterações radiográficas compatíveis com a infecção. Os escores clínicos e radiográficos foram comparados à intensidade larval observada, sem correlação direta entre os parâmetros. Os achados reforçam a importância de uma abordagem diagnóstica integrada e contribuem para a caracterização clínica da aelurostrongilose em infecções naturais, especialmente em gatos de contexto urbano.</description>
      <pubDate>Tue, 04 Feb 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26124</guid>
      <dc:date>2025-02-04T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>Avaliação eletromiográfica de músculos locomotores e da cinemática dos andamentos ao passo e trote de equinos Brasileiro de Hipismo</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26019</link>
      <description>Título: Avaliação eletromiográfica de músculos locomotores e da cinemática dos andamentos ao passo e trote de equinos Brasileiro de Hipismo
Autor: Tomaini, Matheus Crawford
Resumo: Saber sobre biomecânica do andamento é de fundamental importância para melhora do bem-&#xD;
estar animal, prevenção de lesões, adaptação de treinamento e melhora no desempenho&#xD;
&#xD;
esportivo. Uma técnica já muito conhecida e só agora vem sendo utilizada na medicina&#xD;
veterinária é a eletromiografia, que com o avanço tecnológico, permitiu a evolução dessa&#xD;
técnica para um processo não invasivo chamada de eletromiografia de superfície. Nessa&#xD;
técnica podemos avaliar a força de contração do muscular que libera energia e dissipa essa&#xD;
energia em direção a pele, permitindo a leitura por parte do eletromiografia através de&#xD;
eletrodos. Objetivou-se coleta dados do músculo extensor carpo radial, flexor carpo ulnar,&#xD;
músculo da fáscia lata e bíceps femoral nos andamentos de passo e trote, e com o auxílio da&#xD;
cinemática poder descrever o comportamento muscular dos membros nessas passadas em&#xD;
cada fase de forma separada e conjunta e suas simetrias, gerando parâmetros de&#xD;
eletromiografia de superfície nas variáveis de pico, mínimo, média de potenciais elétricos&#xD;
nesses dois tipos de andamento do equino. A eletromiografia de superfície se faz de um&#xD;
importante exame para a avaliação da atividade muscular, seja na busca e prevenções de&#xD;
lesões, seja na melhora do desempenho daquela musculatura, e com o auxílio da cinemática&#xD;
podemos verificar o momento da ação muscular desejada e seu efeito direto na posição&#xD;
corpórea, isso permite avaliar limitação de movimentos, correções de movimentos a serem&#xD;
feitas e melhora da ergonomia.</description>
      <pubDate>Fri, 02 Aug 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26019</guid>
      <dc:date>2024-08-02T00:00:00Z</dc:date>
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