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    <title>Repositório Colecção:</title>
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    <title>Professores no YouTube! O inédito viável freireano na pandemia</title>
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    <description>Título: Professores no YouTube! O inédito viável freireano na pandemia
Autor: Soares, Roberta Ferreira Sandim
Resumo: Esta pesquisa apresenta as práticas pedagógicas de professores de escolas públicas&#xD;
que lecionaram por intermédio do YouTube durante a pandemia. É pertinente ressaltar&#xD;
que os vídeos, assim como suas possibilidades de gravação, edição e&#xD;
compartilhamentos, a incluir os dispositivos móveis, ganharam iminência no cenário&#xD;
pandêmico, enfrentado no Brasil e no mundo. Assim, problematizamos a prática&#xD;
democrática por uma educação pública em contextos pandêmicos, em tempos de&#xD;
isolamento físico na cultura da conectividade. O objetivo é investigar como os&#xD;
professores desenvolveram suas práticas pedagógicas e quais invenções tornamos&#xD;
possíveis. Nesse sentido, tentar compreender a formação de professores a partir das&#xD;
narrativas em vídeo e o que suas experiências teriam a nos dizer. Como método,&#xD;
busco apoio na pesquisa-narrativa e pesquisa-formação, usada para construir&#xD;
possíveis entendimentos do problema proposto, em diálogo com obras freireanas e&#xD;
com Estudos do Cotidiano. Nestes escritos estão articulados minha história de&#xD;
formação à narrativas de outros professores, que lançam mão de uma linguagem mais&#xD;
cotidiana, que roça nos procedimentos da produção em vídeo, valendo-se das&#xD;
intensidades de uma pesquisa de campo em uma página pública da internet, por uma&#xD;
estratégia de composição baseada em frames, montagens, linkando tramas e nós. A&#xD;
intenção é contribuir para o fortalecimento de espaços em rede que oportunizam a&#xD;
democratização do conhecimento, bem como, motivar a criação de ambientes online&#xD;
para a difusão e divulgação desses caminhos como espaço possível para lecionar.&#xD;
Ademais, perceber quais são os atravessamentos deste estudo a partir da minha&#xD;
trajetória de vida e formação, como professora-pesquisadora e de outros professores,&#xD;
também sujeitos-praticantes desta pesquisa. As análises nos revelaram que a&#xD;
plataforma YouTube pode ser considerada uma rede social que possibilita e incentiva&#xD;
uma aprendizagem autônoma e colaborativa. Com efeito, as práticas a partir de&#xD;
narrativas gravadas em vídeo buscou também compreender as características de uma&#xD;
linguagem multifacetada. Como aporte teórico dessas análises, busquei apoio nas&#xD;
obras de Paulo Freire cuja finalidade é abordar a docência atravessada pelas&#xD;
situações-limites, atos-limites, o inédito viável e, principalmente, a esperança em&#xD;
sintonia com as práticas sociais libertárias na Cibercultura, promovendo docências&#xD;
surpreendentes, histórias de professores da rede pública, suas práticas e reflexões&#xD;
teórico-metodológicas inspiradas nesta articulação. Na perspectiva de demonstrar&#xD;
como o pensamento do autor vem sendo reinventado na contemporaneidade. Sendo&#xD;
assim, estes escritos se constituem também como um lugar possível para discutir a&#xD;
produção audiovisual na formação de professores. Uma forma de aprender que&#xD;
integra as linguagens, as mídias e as conexões produzidas na cibercultura com/para&#xD;
a formação de professores, sobretudo para a educação.</description>
    <dc:date>2024-02-27T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26169">
    <title>Micropolíticas de jovens que habitam e inventam o Rio das Pedras</title>
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    <description>Título: Micropolíticas de jovens que habitam e inventam o Rio das Pedras
Autor: Santos, Vanessa de Andrade Lira dos
Resumo: Este trabalho investiga os modos inventivos de habitar o território do Rio das Pedras, com e&#xD;
para além do planejamento ou da precarização de seu terreno. Fincado na Zona Oeste do Rio&#xD;
de Janeiro, o Rio das Pedras carrega as marcas das memórias dos seus habitantes, as&#xD;
discrepâncias dos poderes e das carências que o constituem, e uma rede de elaborações que o&#xD;
configura enquanto espaço de resistência. O coletivo Cine &amp; Rock, e a praça do Pinheiro,&#xD;
surgem como pontos de ancoragem para os deslocamentos na região. Neste sentido, pensar&#xD;
em como os sujeitos, sobretudo os jovens, criam maneiras de pertencer neste ponto da cidade,&#xD;
se apresenta como percurso para iluminar a seguinte tese: É na invenção cotidiana,&#xD;
humanizadora dos territórios, que os sujeitos criam para além das demandas estratégicas que&#xD;
reduzem seus corpos. E é na amplitude destes corpos fazedores de lugares, que os espaços são&#xD;
redimensionados em seus aspectos físicos e imaginados. A metodologia da cartografia é&#xD;
elencada nesta pesquisa como recurso para pensar e viver os lugares, ao acessar memórias e&#xD;
caminhar por eles, em um exercício de concomitância entre o recurso de cruzar pontos do&#xD;
mapa da região e conduzir uma espécie de bricolagem que relaciona narrativas, notícias e&#xD;
registros imagéticos mapeados em e sobre o Rio das Pedras. A pesquisa inicia-se com um&#xD;
resgate autobiográfico do sentido de habitar, que faz da memória o primeiro recurso de&#xD;
mapeamento de lugares. A seguir, compreendemos a cartografia como um modo de&#xD;
mergulhar, e nos apropriamos de suas ferramentas para pisar nas bordas do território do Rio&#xD;
das Pedras, percorrendo pontos da região até a chegada na praça do Pinheiro, berço do&#xD;
coletivo Cine &amp; Rock. A relação entre juventudes e cidade se desdobra como ponto focal&#xD;
deste lugar de encontro, que afunila a pesquisa na ação de limpeza da praça. A partir deste&#xD;
cruzamento no mapa, que se assenta em um local de encontro da região, conduzimos nossa&#xD;
reflexão no diálogo com autores que se afinam em direção à dimensão estética das&#xD;
territorialidades, sempre indissociável das micropolíticas que a definem. No tensionamento&#xD;
entre conformidade e resistência, o espaço relacional da cidade é reelaborado sem cessar&#xD;
como prática educativa. Ainda que as fomes se relativizem com as necessidades implicadas&#xD;
em sobreviver, e para além do descarte de coisas e de experiências, a dimensão estética dos&#xD;
cotidianos precarizados se apresenta como “mundos que se negam e existem, também, em&#xD;
virtude dessa negação” (HISSA, 2010, p.85). É na incapacidade de manutenção das&#xD;
obviedades programadas que a inventividade de todos os dias acontece, nos tempos interiores&#xD;
dos sujeitos em diálogo criativo com os seus lugares.</description>
    <dc:date>2024-02-29T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26167">
    <title>Quinhoar Ensino de História pública e digital: a cibercultura e o uso do Facebook na educação básica</title>
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    <description>Título: Quinhoar Ensino de História pública e digital: a cibercultura e o uso do Facebook na educação básica
Autor: Costa, Raquel Elison
Resumo: Este trabalho desenvolveu reflexões em torno do Facebook, a partir do conceito de&#xD;
sociedade civil de Gramsci. Nesse sentido, realizou algumas ponderações acerca&#xD;
desta rede social e suas implicações nas esferas sociais. Procurou-se refletir sobre&#xD;
as possibilidades de ensinar história utilizando a página Quinhoar Ensino de História&#xD;
no Facebook como um recurso didático nas salas de aula do ensino básico. A&#xD;
pesquisa utilizou a página “Quinhoar: Ensino de História” para mobilizar os conceitos&#xD;
de gênero, classe e raça, dentro de uma perspectiva da teoria da reprodução social.&#xD;
Alguns estudos de Paulo Freire foram utilizados com o intuito de refletir sobre uma&#xD;
educação democrática, inclusiva e de resistência à ordem capitalista. A pesquisa&#xD;
teve início com o seguinte questionamento: É possível ensinar história por meio de&#xD;
uma página no Facebook? Ao longo da pesquisa se chegou à conclusão de que sim,&#xD;
desde que o professor fique atento às seguintes constatações: as redes sociais&#xD;
on-line e a internet, estão sob grande domínio dos interesses mercadológicos,&#xD;
sobretudo devido à forma com que os algoritmos foram escritos; muitos alunos já&#xD;
dominam um saber que os permite circular pelas redes sociais e obter&#xD;
conhecimentos. Estas duas conclusões criaram o seguinte impasse: Como ensinar&#xD;
uma história crítica através da página Quinhoar, mobilizando o conhecimento que os&#xD;
alunos já possuem, em uma rede social submetida à lógica capitalista? Um caminho&#xD;
encontrado foi produzir e utilizar materiais didáticos por meio da página “Quinhoar:&#xD;
Ensino de História”, contudo, subordinando-os ao contexto histórico vivenciado no&#xD;
chão da sala de aula e voltar o foco da pesquisa para as demandas do ensino&#xD;
presencial.</description>
    <dc:date>2024-02-26T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26151">
    <title>Negruras em cena: a importância do teatro negro na luta contra o racismo na cidade do Rio de Janeiro</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26151</link>
    <description>Título: Negruras em cena: a importância do teatro negro na luta contra o racismo na cidade do Rio de Janeiro
Autor: Cornélio, Beatriz Gomes
Resumo: Na presente tese, busco observar o teatro negro na cidade do Rio de Janeiro, investigando suas possibilidades políticas e educativas na luta contra o racismo. Para tanto, tive como foco experiências com declarada atitude antirracista em peças de teatro, como os temas, elementos de cultura africana e afro-brasileiras, pensando o teatro negro como um espaço político e educativo. Essa pesquisa se justifica enquanto possibilidade analítica das contribuições do teatro para o campo das relações étnico-raciais, estratégia de militância e aprofundamentos das contribuições negras para as artes e educação. Para compor as argumentações, consultei bibliografia sobre as relações étnico-raciais e educação, teatro negro e Movimento Negro brasileiro, fontes documentais disponibilizadas para consulta pelo Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros (IPEAFRO), Biblioteca Nacional e realizei entrevistas. Como resultado, diante de invisibilizações de contribuições negras na história do teatro no Brasil, pode-se constatar a reprodução de estereótipos raciais ou exclusão das pessoas negras das cenas teatrais, principalmente no período da escravização e nas décadas iniciais da República. A partir dos meados do século XX, há a retomada de protagonismos, agora investindo na mudança de percepção sobre as subjetividades e presenças negras nas artes. Destaco o Teatro Experimental do Negro, liderado por Abdias Nascimento e o Teatro Popular Brasileiro, liderado por Margarida e Solano Trindade, com suas ações políticas e educativas. Ao apresentar o teatro negro no Rio de Janeiro contemporâneo, descrevo os principais temas acionados nessas produções, contando com contribuições de duas pessoas espectadoras (uma branca e outra negra) para que pudessem oferecer suas percepções sobre o teatro negro na cidade; observei o processo de produção de uma peça, no caso, o espetáculo Marielle Presente, da Confraria do Impossível, acompanhando alguns ensaios e atenta a eventuais aspectos dos bastidores; e entrevistei artistas, para conhecer suas trajetórias e percepções enquanto artistas negros no Rio de Janeiro. As entrevistas complementaram o detalhamento das peças, uma vez que trouxeram à tona experiências pessoais e coletivas que inspiraram/inspiram determinados elementos presentes no teatro negro. Observei, de forma geral, que o teatro negro tem sido uma importante via de comunicação política e educativa na cidade do Rio de Janeiro, por meio das peças, temas e iniciativas desenvolvidas. Também constatei a importância das vivências pessoais das, dos e des artistas para a mobilização militante no teatro, contando, inclusive, com a cooperação de pessoas brancas simpatizantes e atuantes na luta contra o racismo.</description>
    <dc:date>2025-10-31T00:00:00Z</dc:date>
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