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    <title>Repositório Colecção:</title>
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    <title>Oportunidades e entraves para a bioeconomia no Amazonas</title>
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    <description>Título: Oportunidades e entraves para a bioeconomia no Amazonas
Autor: Maia, Beatriz Jean
Resumo: O histórico econômico do Amazonas é marcado por ciclos extrativistas e pelo modelo&#xD;
de desenvolvimento baseado na Zona Franca de Manaus (ZFM), que, apesar de&#xD;
impulsionar a economia local, mantém a região dependente de incentivos fiscais.&#xD;
Nesse contexto, a bioeconomia surge como uma alternativa sustentável para&#xD;
diversificar a matriz produtiva do estado, aproveitando sua vasta biodiversidade para&#xD;
gerar produtos e serviços inovadores. Esta dissertação investiga as oportunidades,&#xD;
possibilidades e desafios para o desenvolvimento da bioeconomia no Amazonas,&#xD;
analisando sua viabilidade como estratégia para equilibrar crescimento econômico e&#xD;
conservação ambiental. Para isso, foi realizada uma revisão bibliográfica sobre&#xD;
bioeconomia e sustentabilidade, entrevistas com agentes do setor e a aplicação da&#xD;
matriz SWOT. Os resultados evidenciam que, embora existam entraves como&#xD;
infraestrutura precária e ausência de políticas públicas específicas, o estado possui&#xD;
vantagens comparativas únicas, como sua biodiversidade e o conhecimento&#xD;
tradicional das populações locais. A pesquisa conclui que a bioeconomia representa&#xD;
uma oportunidade concreta para transformar o modelo econômico do Amazonas,&#xD;
promovendo a interiorização do desenvolvimento e reduzindo desigualdades&#xD;
regionais. No entanto, seu sucesso depende de políticas públicas eficazes,&#xD;
investimentos em ciência e tecnologia e maior articulação entre os setores público,&#xD;
privado e acadêmico.</description>
    <dc:date>2024-12-16T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25989">
    <title>Do extrativismo mineral ao extrativismo financeiro: a Belo Sun Mining como uma velha roupa colorida pelas altas finanças</title>
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    <description>Título: Do extrativismo mineral ao extrativismo financeiro: a Belo Sun Mining como uma velha roupa colorida pelas altas finanças
Autor: Santos, Aline Braz dos
Resumo: A indústria extrativa global se encontra nos dias hodiernos em um momento de competição pela&#xD;
posse e pelo controle de recursos naturais que vem se intensificando cada vez mais frente à&#xD;
crescente finitude de reservas minerais e às crises cíclicas do capital sobreacumulado em escala&#xD;
mundial. Percebe-se que este movimento possui no boom das commodities do início dos anos&#xD;
2000 e na crise financeira de 2008 os últimos marcos temporais de expansão de tais processos,&#xD;
a partir dos quais o papel das instituições e dos investimentos financeiros assumem centralidade&#xD;
nos motivos que impulsionam essa corrida mundial por recursos naturais, especialmente em&#xD;
países orientados por uma economia primário-exportadora. A presente dissertação aborda as&#xD;
transformações ocasionadas no setor de minérios pelas altas finanças, a partir da financeirização&#xD;
das commodities minerais e por uma cultura corporativa própria do setor que ergue e consolida&#xD;
uma gama de empresas juniors minerais por meio dos mercados financeiros, mormente aqueles&#xD;
vinculados às bolsas internacionais de valores. Dessa forma, o objeto dessa pesquisa foi&#xD;
desnudar as formas de atuação e organização de uma junior company presente no Brasil, a Belo&#xD;
Sun Mining Corporation, que atua na Amazônia brasileira por meio de concessão de pesquisa&#xD;
e exploração mineral. Encontramos justificativa para o desenvolvimento de tal trabalho na&#xD;
crescente presença desse ramo empresarial nos interesses pelas reservas minerais brasileiras,&#xD;
trazendo consigo características próprias ainda pouco exploradas pela literatura nacional.. A&#xD;
fim de viabilizar a pesquisa optamos por uma abordagem metodológica, em um primeiro ponto,&#xD;
de análise qualitativa de conteúdo e dados provenientes de documentos produzidos pela Belo&#xD;
Sun, como planos de desenvolvimento do projeto mineral e relatórios financeiros direcionados&#xD;
ao corpo gestor e investidor da empresa; em segunda instância, de revisão bibliográfica que&#xD;
tratam das ideias de extrativismo, neoextrativismo e de global land rush, problematizando&#xD;
conceitualmente a atual corrida mundial por terras e suas dimensões de controle e apropriação&#xD;
ao direcionar a interpretação para a apropriação e o controle do subsolo como traços&#xD;
característicos do setor mineral de recursos. Entendemos as juniors como empresas&#xD;
essencialmente financeirizadas, buscamos problematizar a própria forma como as atividades&#xD;
extrativas passam a operar para além da produção mineral propriamente dita, por onde&#xD;
verificamos haver ferramentas que possibilitam atividades produtoras de lucro e receita a essas&#xD;
empresas de fonte meramente especulativa financeira.</description>
    <dc:date>2021-05-17T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25964">
    <title>Aquilombamento caiçara: as marisqueiras do Saco do Céu (Ilha Grande, RJ) e a plantation à beira-mar</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25964</link>
    <description>Título: Aquilombamento caiçara: as marisqueiras do Saco do Céu (Ilha Grande, RJ) e a plantation à beira-mar
Autor: Pimentel, Lais Amanda Ribeiro
Resumo: Esta etnografia trata das ameaças à mariscagem e à pesca artesanal na Baía da Ilha Grande&#xD;
levadas a cabo pela plantation à beira-mar: destacadamente o turismo extrativista (de&#xD;
massa e de luxo), a pesca industrial, a exploração de petróleo, a especulação imobiliária&#xD;
e o conservacionismo seletivo. Em interlocução com as marisqueiras do Saco do Céu,&#xD;
com atenção aos seus modos de ser e de viver, que abrangem vínculos com a terra, o mar,&#xD;
a lama, suas crianças e outras mulheres, busca-se contribuir para uma narrativa&#xD;
contraplantation e a favor da vida do aquilombamento caiçara</description>
    <dc:date>2026-02-02T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25962">
    <title>Indígenas crianças em tempos de garimpo e mineração: discursos, disputas e representações</title>
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    <description>Título: Indígenas crianças em tempos de garimpo e mineração: discursos, disputas e representações
Autor: Alves, Bianca Monteiro
Resumo: A presente pesquisa tem por objetivo analisar os discursos e as representações sobre as&#xD;
indígenas crianças e suas infâncias produzidos pelo governo, por organizações internacionais&#xD;
e pela mídia hegemônica. A investigação concentra-se em conflitos socioambientais&#xD;
associados à mineração e ao garimpo de ouro em territórios indígenas, buscando compreender&#xD;
os impactos materiais dessas atividades e as implicações políticas, simbólicas e culturais dos&#xD;
modos como tais infâncias são narradas e tornadas visíveis. A pesquisa fundamenta-se nas&#xD;
seguintes categorias de análise: (1) representação e regimes de visibilidade, examinando como&#xD;
as indígenas crianças são discursivamente construídas nas arenas institucionais e midiáticas;&#xD;
(2) vulnerabilidade e enquadramento humanitário, que identifica a associação recorrente entre&#xD;
indígena infância, dano e crise; e (3) território, expropriação e disputa simbólica, articulando&#xD;
conflitos territoriais às disputas de sentido sobre desenvolvimento, responsabilidade e futuro.&#xD;
Além de pesquisa bibliográfica, realiza-se análise documental e discursiva de materiais&#xD;
institucionais da Funai, da ONU/UNICEF e do jornal Folha de S. Paulo. A análise evidencia&#xD;
que as indígenas crianças aparecem majoritariamente associadas a enquadramentos de&#xD;
vulnerabilidade, risco e sofrimento, com ênfase em contaminação, desnutrição e violência, e&#xD;
menor problematização das estruturas econômicas, políticas e coloniais que os produzem,&#xD;
consolidando um regime representacional que destaca o dano, mas tende a obscurecer as&#xD;
dinâmicas de expropriação territorial e as responsabilidades estatais e empresariais. Em&#xD;
diálogo crítico com essas representações, mobilizam-se concepções ameríndias sobre crianças&#xD;
e infâncias a partir da análise de podcasts, artigos, reportagens e documentários produzidos&#xD;
em diálogo com perspectivas e sabedorias das indígenas mulheres e mães, evidenciando que&#xD;
as crianças são compreendidas como parte constitutiva dos territórios e como horizonte de&#xD;
continuidade cosmológica, deslocando a narrativa da vitimização isolada para a defesa de&#xD;
projetos coletivos de vida</description>
    <dc:date>2026-04-01T00:00:00Z</dc:date>
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