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    <title>Repositório Comunidade:</title>
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    <title>Diversidade genética baseada em caracteres morfoagronômicos e moleculares visando a identificação de genótipos de vinca (Catharanthus roseus [L.] G. Don) com potencial para a produção de biomassa foliar e de alcaloides</title>
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    <description>Título: Diversidade genética baseada em caracteres morfoagronômicos e moleculares visando a identificação de genótipos de vinca (Catharanthus roseus [L.] G. Don) com potencial para a produção de biomassa foliar e de alcaloides
Autor: Amorim, Gustavo Torres dos Santos
Resumo: A vinca (Catharanthus roseus [L.] G. Don) distingue-se por ser fonte dos alcaloides vincristina&#xD;
e vimblastina utilizados em quimioterápicos para o tratamento convencional de tumores,&#xD;
leucemias e linfomas. No entanto, estas substâncias ocorrem em baixas concentrações nas&#xD;
folhas da espécie. Nesse sentido, é fundamental desenvolver um programa de melhoramento&#xD;
genético. Diante do exposto, objetivou-se conhecer e estimar a diversidade genética entre 79&#xD;
genótipos de C. roseus com base em variáveis morfoagronômicas. Além disso, avaliou-se a&#xD;
produção de biomassa de folhas secas (BFOs) em 79 genótipos de vinca e, em seguida, foram&#xD;
selecionadas as melhores plantas para esta variável. Em tais plantas, a presente pesquisa buscou&#xD;
conhecer o potencial da produção dos alcaloides catarantina (CAT), vindolina (VDL),&#xD;
vincristina (VCR) e vimblastina (VBL), bem como estimar a diversidade molecular verificada&#xD;
via marcadores de DNA do tipo ISSR (Inter Simple Sequence Repeats). Por fim, pretendeu-se&#xD;
propor uma lista de descritores mínimos para a cultura da vinca. No primeiro capítulo, a&#xD;
&#xD;
diversidade genética foi acessada através de descritores morfoagronômicos. Para isso, utilizou-&#xD;
se diferentes estratégias de análise multivariada, como a análise de agrupamento UPGMA,&#xD;
&#xD;
Anosim, índices de diversidade de Shannon (H’) e de Pielou (J’) e importância relativa das&#xD;
variáveis. No segundo capítulo, apenas os melhores genótipos para a produção de BFOs e&#xD;
positivos para a presença de alcaloides prosseguiram para as análises químicas. Os teores dos&#xD;
alcaloides CAT, VDL, VCR e VBL foram determinados em HPLC-DAD (Cromatografia&#xD;
Líquida de Alta Eficiência acoplada a Detecção de Arranjo de Fotodiodos). Posteriormente,&#xD;
estimou-se a produção dos alcaloides por planta (BFOs x teor dos alcaloides). Os genótipos&#xD;
também tiveram seu DNA extraído e analisado via 15 primers ISSR. Estimou-se a diversidade&#xD;
molecular utilizando a análise de agrupamento UPGMA e via índices de H’ e de J’. No terceiro&#xD;
capítulo, foram elencados 15 descritores mínimos, nove foram de natureza qualitativa e seis de&#xD;
natureza quantitativa. Os descritores de natureza quantitativa foram transformados para&#xD;
descritores multicategóricos. Após a união da matriz de descritores de origem qualitativa e os&#xD;
de origem quantitativa, os dados foram submetidos a análise de agrupamento. Os resultados&#xD;
demonstraram que a diversidade genética da coleção acessada através de 18 descritores&#xD;
morfoagronômicos foi baixa a moderada. Dos 79 genótipos avaliados, 15 deles apresentaram a&#xD;
BFOs estatisticamente superior à média da população. Dentre os 15 genótipos superiores para&#xD;
BFOs, o UFRRJ VIN007/14(PAB) foi descartado, pois foi negativo para a presença de&#xD;
alcaloides. Na HPLC-DAD foi possível identificar a VBL em 13 das 14 plantas analisadas. Já&#xD;
CAT e VDL estiveram presentes em todas e a VCR não foi detectada em nenhuma delas. Três&#xD;
genótipos se destacaram para a produção de VBL. O genótipo UFRRJ VIN013/22(PAB)&#xD;
alcançou o maior teor de VBL (0,77 mg/g de BFOs) e a maior produção de VBL/planta (13,61&#xD;
mg). Por outro lado, não foram observados genótipos promissores para os teores de CAT e VDL.&#xD;
A diversidade molecular foi alta entre os genótipos elencados como superiores para produção&#xD;
de BFOs, haja vista as distâncias genéticas obtidas no dendrograma, corroboradas pelos&#xD;
elevados índices de H’ (5,66) e de J’ (0,96). Os 15 descritores mínimos propostos possibilitaram&#xD;
a distinção no dendrograma de todos os 77 genótipos analisados. Isto ocorreu até mesmo em&#xD;
genótipos próximos geneticamente.</description>
    <dc:date>2024-07-30T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26001">
    <title>Cultivo orgânico de alface em substrato com aparas de grama e níveis de irrigação</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/26001</link>
    <description>Título: Cultivo orgânico de alface em substrato com aparas de grama e níveis de irrigação
Autor: Mendes, Edinaldo Franco
Resumo: O sistema orgânico verdeponia (cultivo orgânico de olerícolas em vasos preenchidos com&#xD;
biomassa vegetal não compostada) é baseado na utilização de aparas de grama como substrato&#xD;
e fonte principal ou única de nutrientes para produção agrícola com resultados promissores&#xD;
para olerícolas como tomate e pimentão em estufa. O objetivo desse trabalho foi avaliar a&#xD;
eficiência desse substrato alternativo para o cultivo de alface, que possui um ciclo mais curto&#xD;
que os das espécies estudas anteriormente, considerando cinco vazões de irrigação. Foram&#xD;
realizados quatro experimentos independentes divididos em dois ciclos em vasos de 3,5 L&#xD;
sobre bancadas ao ar livre. Cada experimento foi conduzido em delineamento de blocos&#xD;
casualizados com cinco tratamentos e cinco repetições. No primeiro ciclo (de 09/07 a&#xD;
13/08/2021), dois experimentos foram conduzidos simultaneamente, um apenas com aparas&#xD;
de grama (Paspalum notatum) com vazões de 4,40 (T1), 4,14 (T2), 3,40 (T3), 2,84 (T4) e&#xD;
2,50 (T5) L/h -1&#xD;
&#xD;
utilizando microtubos spaghetti (plasnova/08 mm) e outro com solo adubado&#xD;
com 10 g de cama de frango por vaso irrigados com emissores de 4,72 (T1), 4,50 (T2), 3,58&#xD;
(T3), 2,90 (T4) e 2,56 (T5) L h-1&#xD;
&#xD;
. No segundo ciclo (de 13/09 a 18/10/2021), os dois&#xD;
experimentos foram repetidos, dessa vez, a dose de cama de frango por vaso com solo&#xD;
aumentou para 25 g e foi adicionado uma dose de 5 g desse adubo nos vasos com aparas de&#xD;
grama. O manejo de irrigação foi realizado por meio do acionador simplificado para irrigação&#xD;
(ASI) adotando o tratamento T2 como referência. As variáveis analisadas foram eficiência no&#xD;
uso de água (EUA), altura (H), número de folhas (NF), massa fresca parte aérea (MFPA),&#xD;
massa seca da parte aérea (MSPA), massa fresca de raízes (MFR), massa seca da raiz (MSR),&#xD;
incide de clorofila a e b (ICF), além dos teores de macronutrintes nas folhas e raízes das&#xD;
plantas. Observou-se uma estagnação inicial no crescimento das plantas nos experimentos&#xD;
com aparas, ocorrendo recuperação das plantas no final do ciclo. Pode-se inferir que a sua&#xD;
causa não seja devida à falta de nutrientes, visto que ocorreu mesmo com a adição de cama de&#xD;
frango no segundo experimento com aparas de grama. Os experimentos com solo utilizaram&#xD;
volume de água superiores aos experimentos com aparas nos dois ciclos, sendo que durante o&#xD;
primeiro variou de 3,67 (T1) a 2,18 (T5) L planta-1&#xD;
&#xD;
de água no experimento com solo e de&#xD;
&#xD;
1,89 (T1) a 1,26 (T5) L planta-1&#xD;
&#xD;
no experimento com aparas de grama. No segundo ciclo os&#xD;
&#xD;
volumes variaram de 3,45 (T1) a 2,11 (T5) L planta-1&#xD;
&#xD;
e de 1,81 (T1) a 1,25 (T5) L planta1&#xD;
respectivamente. A EUA nos cultivos com aparas de grama foram maiores com 3,01 kg m-3&#xD;
no primeiro ciclo e 3,01 kg m-3&#xD;
&#xD;
no segundo, provavelmente pelo menor crescimento inicial&#xD;
&#xD;
das plantas. No solo foi de 2,12 kg m-3&#xD;
&#xD;
e 2,13 kg m-3&#xD;
&#xD;
no primeiro e segundo ciclos&#xD;
respectivamente. As menores vazões de irrigação em ambos experimentos apresentaram&#xD;
maior EUA indicando uso mais eficiente de água. O ICF a b foi utilizado como indicativo da&#xD;
presença de N no material vegetal, foram observados maiores índices nos tratamentos com&#xD;
aparas, apesar disso, não foi observado diferença significativa entre os tratamentos para essa&#xD;
variável em nenhum dos quatro experimentos. Os valores nutricionais encontrados para parte&#xD;
aérea, raízes e substrato foram superiores nos experimentos com aparas em relação aos de&#xD;
solo com destaque para N e K nutrientes mais requeridos pela alface. Para MFPA percebeu-se&#xD;
diferença significativa entre os tratamentos, no caso das aparas no primeiro ciclo o melhor&#xD;
resultado foi de 63,87 g (T1), no segundo ciclo observou-se redução nas medias de todos os&#xD;
tratamentos o melhor resultado foi de 61,74 g (T1). No caso do solo no primeiro ciclo o&#xD;
melhor resultado foi de 48,87 g observou-se melhora nos valores de MFPA, após o aumento&#xD;
&#xD;
na dose de cama de frango usada no segundo ciclo, o melhor resultado foi de 84,74 g (T1).&#xD;
Percebeu-se uma diferença na arquitetura do sistema radicular das plantas, sendo um&#xD;
crescimento reduzido nas plantas dos experimentos aparas, e crescimento excessivo nas&#xD;
plantas dos tratamentos com solo. Os estudos indicam potencial no uso de aparas de grama&#xD;
como substrato orgânico alternativo para cultivo de alface em vaso no sistema. Novos estudos&#xD;
deveram ser realizados para elucidar o período de estagnação observado, bem como&#xD;
possibilitar maiores produções para a cultura.</description>
    <dc:date>2022-05-27T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25997">
    <title>Contribuição da fixação biológica de nitrogênio, estimativa da eficiência energética e emissões de CO2eq em áreas de alta produtividade de soja no Brasil</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25997</link>
    <description>Título: Contribuição da fixação biológica de nitrogênio, estimativa da eficiência energética e emissões de CO2eq em áreas de alta produtividade de soja no Brasil
Autor: Silva, Elderson Pereira da
Resumo: A cada ano que passa a soja vem atingindo novos recordes de produtividade de grãos, chegando em&#xD;
algumas áreas produzir 120% a mais do que a produtividade média da soja no Brasil. Essas altas&#xD;
produtividades (&gt; 4200 kg ha-1&#xD;
&#xD;
) exigem um grande aporte de nitrogênio no sistema, o que no Brasil é&#xD;
garantido quase que exclusivamente pela fixação biológica de N2 do ar. Logo, o objetivo foi avaliar a&#xD;
contribuição da FBN a nível de campo, usando a técnica da abundância natural de 15N em áreas de alta&#xD;
produtividade de soja em Rio Verde, GO (Capitulo I), além de estimar a eficiência energética (EE) e&#xD;
emissões de CO2eq de algumas dessas referidas áreas (Capitulo II). Para tal, foram avaliadas 2 áreas na&#xD;
safra 2019/2020 e 5 áreas na safra 2020/2021 com histórico de alta produtividade de soja e/ou que foram&#xD;
campeãs do Desafio Nacional de Máxima Produtividade promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil.&#xD;
Para a avaliação da FBN, cada área representativa foi dividida em 4 quadrantes e dentro de cada quadrante&#xD;
foi tomada uma repetição para cada variável analisada. Foram avaliados as seguintes variáveis no capítulo&#xD;
I: índice de colheita para nitrogênio (ICN), contribuição da FBN pela técnica da abundância natural de&#xD;
15N, e o balanço e a lacuna de N. No que se refere a FBN, todas as áreas avaliadas com suas respectivas&#xD;
variedades foram capazes de suprir a demanda de N pela cultura, onde a FBN assumiu valores variando&#xD;
de 67,05% a 82,11%. Em relação ao balanço de N no sistema solo x planta, todas as variedades&#xD;
apresentaram balanço positivo, onde o maior valor observado foi de 205,29 kg ha-1 de N na safra 2020/21&#xD;
com a variedade BMX Foco IPRO e o menor valor foi de 68,88 kg ha-1 de N para a variedade BMX Voraz&#xD;
IPRO, confirmando a eficiência dos inoculantes utilizados na cultura nos dias atuais. Já no Capitulo II, as&#xD;
entradas e saídas de energia das operações agrícolas e/ou insumos utilizados foram calculadas pela&#xD;
multiplicação da quantidade utilizada pelo seu poder calorífico ou coeficiente energético em cada etapa&#xD;
de produção. A eficiência energética foi obtida pela razão entre a quantidade de energia total de saída e o&#xD;
consumo total de energia durante o processo produtivo. Os resultados apontaram que para cada 1,0 MJ de&#xD;
energia consumida na produção de soja de alto rendimento, se produziram em média, 10,8 MJ de energia&#xD;
na forma de grãos desta cultura. Os principais gastos energéticos foram com sementes, fertilizantes,&#xD;
herbicidas e combustível. Para cada 1 kg de grãos produzidos de soja são emitidos respectivamente 0,17&#xD;
kg de CO2eq durante seus ciclos de produção e entrega no armazém. Sendo as principais fontes de emissão&#xD;
de CO2eq à atmosfera o fertilizantes fosfatado, fertilizante potássico e sementes.</description>
    <dc:date>2022-03-07T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23914">
    <title>Perfil epidemiológico e subsídios para o controle de xanthomonas campestris pv. viticola (nayudu) dye, agente do cancro bacteriano da videira (vitis vinifera l) no Brasil</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23914</link>
    <description>Título: Perfil epidemiológico e subsídios para o controle de xanthomonas campestris pv. viticola (nayudu) dye, agente do cancro bacteriano da videira (vitis vinifera l) no Brasil
Autor: Araujo, João Sebastião de Paula Araujo
Resumo: O cultivo de videira (Vitis vinifera L.) no nordeste tem impulsionado a&#xD;
produgéo brasileira de uva nos Ultimos anos, face as condigdes adequadas e&#xD;
prevalentes no perimetro irrigado do Vale do Rio São Francisco, proporcionando&#xD;
frutos de 6tima qualidade e aceitagdo nos mercados nacional e internacional.&#xD;
Entretanto, no inicio de 1998, a viticultura daquela regido foi aplacada por uma&#xD;
insidiosa enfermidade originalmente assinalada em Petrolina, estado de&#xD;
Pernambuco. O quadro sintomatolégico caracteriza-se por lesdes necroticas&#xD;
foliares e cancros nos ramos, ocorrendo principalmente em plantios de ‘Red&#xD;
Globe’, cultivar que vinha se destacando pela produtividade e rentabilidade. O&#xD;
cancro bacteriano da videira, doenga nova para a viticultura brasileira, é causado&#xD;
pela bactéria Xanthomonas campestris pv. viticola (Nayudu 1972) Dye 1978, um&#xD;
patovar ndo-pigmentado, anteriormente só registrado na india.</description>
    <dc:date>2001-06-29T00:00:00Z</dc:date>
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