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  <title>Repositório Colecção:</title>
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  <updated>2026-08-26T06:03:17Z</updated>
  <dc:date>2026-08-26T06:03:17Z</dc:date>
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    <title>Caminhos e descaminhos de uma rodovia: a Rio-Santos em pauta na sala de aula</title>
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      <name>Silva, Izabela Morgado da</name>
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    <updated>2026-08-20T11:16:05Z</updated>
    <published>2024-08-22T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Caminhos e descaminhos de uma rodovia: a Rio-Santos em pauta na sala de aula
Autor: Silva, Izabela Morgado da
Resumo: Esta pesquisa tem como objeto de estudo a construção da rodovia Rio-Santos durante&#xD;
o regime ditatorial, sua memória e as implicações que teve sobre a população de&#xD;
Angra dos Reis, tanto no período da obra quanto atualmente. O objetivo é discutir, por&#xD;
meio da história local, os impactos socioespaciais trazidos pela construção da rodovia&#xD;
para a organização da cidade. A partir dessa análise, busca-se elaborar um material&#xD;
didático que possa ser trabalhado em sala de aula, permitindo que os alunos reflitam&#xD;
&#xD;
sobre o território em que vivem. Para alcançar tal objetivo, o referencial teórico-&#xD;
metodológico adotado baseia-se na análise de fontes primárias, na bibliografia&#xD;
&#xD;
referente ao período e na discussão das contribuições da História Local e do Ensino&#xD;
de História para o tema. Além disso, serão apresentados materiais, especialmente&#xD;
arquivos digitais, relacionados ao período, demonstrando como podem ser utilizados&#xD;
para análises em sala de aula. Como produto final da pesquisa, foi elaborado um&#xD;
material didático contendo atividades baseadas nas fontes sobre a construção da&#xD;
rodovia Rio-Santos em Angra dos Reis. Visando alcançar um público mais amplo, esse&#xD;
material será disponibilizado em formato impresso e digital. O objetivo é proporcionar&#xD;
aos alunos e professores atividades que estimulem discussões sobre os efeitos da&#xD;
rodovia na vida dos moradores de Angra, promovendo debates sobre temas como o&#xD;
direito à cidade, o modo de vida caiçara e quilombola, a propaganda no período&#xD;
ditatorial, a ocupação desorganizada da cidade e a qualidade de vida.</summary>
    <dc:date>2024-08-22T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Jogo dos Nkisis: uma proposta didática para o ensino de História e o enfrentamento do racismo religioso</title>
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      <name>Santos, Adelson Souza dos</name>
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    <updated>2026-08-19T18:09:37Z</updated>
    <published>2025-10-31T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Jogo dos Nkisis: uma proposta didática para o ensino de História e o enfrentamento do racismo religioso
Autor: Santos, Adelson Souza dos
Resumo: O presente trabalho pretende oferecer uma contribuição para a aplicação do que é preconizado pela Lei 10.639/03, por meio da elaboração de um jogo pedagógico, denominado “Jogo dos Nkisis.” As reflexões sobre as quais repousam esse trabalho, partiram de inquietações enquanto professor da Educação Básica, atuante no Ensino Fundamental da rede pública municipal do Rio de Janeiro. Entretanto, elas também se encontram enraizadas nos saberes experienciais enquanto candomblecista e dizem respeito às frequentes tensões e enfrentamentos causados pela intolerância religiosa contra as religiões de matriz africana, como é o caso do Candomblé. Tais manifestações se corporificaram na sociedade brasileira, ancoradas no sombrio passado escravista, notadamente a partir da diáspora bantu em direção ao Brasil, e vêm ganhando força nos últimos anos. Identificamos o ambiente escolar como palco privilegiado, onde esses enfrentamentos se dão e podem ser combatidos, a partir da reformulação de currículos e elaboração de novas práticas e materiais didáticos que, usando novas tecnologias digitais, abram caminho para a construção de uma educação crítica e antirracista.</summary>
    <dc:date>2025-10-31T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Memórias de aço anos de chumbo: a aula é na rua. Ensino de história nos espaços de memórias sensíveis de Volta Redonda</title>
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      <name>Borba, Hugo Leonardo Pereira</name>
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    <updated>2026-07-29T17:24:53Z</updated>
    <published>2026-06-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Memórias de aço anos de chumbo: a aula é na rua. Ensino de história nos espaços de memórias sensíveis de Volta Redonda
Autor: Borba, Hugo Leonardo Pereira
Resumo: A presente pesquisa investigou os desafios do ensino de História diante da ascensão de&#xD;
movimentos de extrema-direita e de narrativas negacionistas que ameaçaram a liberdade de&#xD;
cátedra e a integridade da memória histórica na educação básica. O estudo focalizou a realidade&#xD;
de Volta Redonda (RJ), território marcado pelas contradições da Ditadura Empresarial-Militar&#xD;
(1964-1985), pela atuação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e pelas memórias da&#xD;
classe trabalhadora. O objetivo geral foi refletir sobre as potencialidades do ensino de História&#xD;
no enfrentamento aos negacionismos contemporâneos, utilizando as memórias sensíveis locais&#xD;
como eixo central. Metodologicamente, o trabalho adotou uma abordagem qualitativa,&#xD;
amparada no levantamento bibliográfico e na análise de fontes primárias, como o Relatório da&#xD;
Comissão Municipal da Verdade. A fundamentação teórica diferenciou o revisionismo&#xD;
(Traverso e Melo) como atualização científica, do negacionismo (Vidal-Naquet), definido como&#xD;
agressão ética à história. A análise expandiu-se pela decolonialidade (Quijano), ao questionar a&#xD;
colonialidade do poder, e pela ética da alteridade (Benjamin), que orientou o olhar aos “sem&#xD;
nome”. Integrou-se, ainda, a categoria de “temas sensíveis” (Pereira e Seffner) como eixo&#xD;
central da prática docente frente a passados traumáticos. A investigação compreendeu a&#xD;
memória como base da identidade (Le Goff). Operou-se com o conceito de “memórias&#xD;
subterrâneas” (Pollak) para romper o silêncio operário, articulado ao “trabalho de memória”&#xD;
(Jelin) sobre o trauma. Os “lugares de memória” (Nora) foram ressignificados como “lugares&#xD;
de consciência” (Quadrat e Silva), transformando o espaço urbano em território de denúncia e&#xD;
reflexão. No Ensino de História, o trabalho ancorou-se na consciência histórica (Rüsen),&#xD;
visando a atribuição de sentido ao passado para orientar o presente. A operacionalização&#xD;
metodológica ocorreu via "aula-passeio" (Freinet). Verificou-se que, ao converter o espaço&#xD;
urbano em dispositivo de aprendizagem, a proposta fomentou uma Educação em Direitos&#xD;
Humanos capaz de capacitar os jovens a reconhecer as marcas de repressão e resistência em seu&#xD;
território. Em última análise, este trabalho reafirmou a relevância do ensino de História na&#xD;
consolidação da consciência crítica e na defesa de um horizonte democrático, concluindo-se&#xD;
que a transformação do espaço urbano em laboratório de investigação fortaleceu a identidade&#xD;
local e o enfrentamento aos silenciamentos históricos.</summary>
    <dc:date>2026-06-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ainda assim o dou a lume: a representatividade de Maria Firmina dos Reis no processo abolicionista e o Ensino de História</title>
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      <name>Paula, Luciana Mateus de</name>
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    <updated>2026-07-20T12:08:37Z</updated>
    <published>2025-10-09T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Ainda assim o dou a lume: a representatividade de Maria Firmina dos Reis no processo abolicionista e o Ensino de História
Autor: Paula, Luciana Mateus de
Resumo: O presente trabalho aborda o Ensino de História, a partir da representatividade e resistência de Maria&#xD;
Firmina dos Reis. A proposta se insere no movimento de Educação Antirracista sob as orientações da Lei&#xD;
10.639/2003. Também, aborda o protagonismo de uma mulher negra e nordestina, que através de sua vida&#xD;
e obra, teve participação na causa abolicionista no Brasil, no período do século XIX, ao defender a&#xD;
liberdade, a emancipação dos escravizados e denunciar a escravidão. O objetivo central deste trabalho é&#xD;
reconhecer a importância da escrita de Maria Firmina dos Reis na causa abolicionista, protagonizada pela&#xD;
figura de uma mulher negra nesse processo, como escritora literária e primeira romancista negra no&#xD;
território nacional. Inspirada na metodologia da roda e no gênero biográfico, a proposta de Oficinas de&#xD;
Formação Continuada para a promoção de uma Educação Antirracista no contexto do Ensino de História&#xD;
sobre abolicionismo, representatividade, resistência e memória por narrativas. As Oficinas serão&#xD;
apresentadas utilizando a biografia e a literatura como fontes históricas para a inserção do Ensino de&#xD;
História e a promoção da Educação Antirracista. Abordar no Ensino de História a vida e atuação de uma&#xD;
mulher negra e sem recursos, que rompe com os padrões da época e participa da luta abolicionista, como&#xD;
Maria Firmina dos Reis, significa reconhecer, valorizar e difundir a identidade negra na Escola e no&#xD;
currículo escolar.</summary>
    <dc:date>2025-10-09T00:00:00Z</dc:date>
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