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  <title>Repositório Comunidade:</title>
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  <updated>2026-08-26T07:20:54Z</updated>
  <dc:date>2026-08-26T07:20:54Z</dc:date>
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    <title>Trajetórias Negras: intersecção de raça, gênero e educação no Programa de Pós-graduação em Geografia da UFRRJ</title>
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      <name>Souza, Beatriz Teixeira de</name>
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    <updated>2026-08-21T19:58:00Z</updated>
    <published>2025-08-29T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Trajetórias Negras: intersecção de raça, gênero e educação no Programa de Pós-graduação em Geografia da UFRRJ
Autor: Souza, Beatriz Teixeira de
Resumo: A pesquisa tem como foco apresentar reflexão sobre a presença de mulheres negras no Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Por meio das narrativas educacional e de vida de seis mulheres negras ingressas no mestrado (incluo-me nesse grupo), analisaram-se as questões que permeiam nossos corpos e identidades. Ao percorrer historicamente, observou-se que a situação da mulher negra na sociedade, especialmente na brasileira, é atravessada pela exploração, dominação e inferioridade. Nesta pesquisa recorremos à interseccionalidade como método de desobediência epistemológica. A resistência e a libertação que acompanham as reflexões do feminismo negro subsidiarão as análises. Ao analisarmos os eixos de opressões sofridas pelas mulheres negras desde o período escravagista até os dias atuais, observamos que as intersecções se colocam na trajetória de vida e educacional em diferentes momentos e espaços sociais, inclusive considerando aqui o espaço escolar e acadêmico, por onde nossas interlocutoras passaram a maior parte de suas vidas, os quais também são impactados pelo racismo estrutural e pelo sexismo, promovendo o apagamento, sub-representação e subvalorização, o que contribui para deslegitimar saberes e vivências negras. Como mostram os dados analisados neste estudo, percebe-se que o número de mulheres negras concorrendo ao programa de pós-graduação em Geografia (Mestrado) ainda é inferior quando comparado ao número de homens e mulheres brancas. Portanto, observou-se nesta pesquisa que o racismo estrutural e o sexismo atravessam a vida de mulheres negras no ensino superior, lançando-as às “duplas ou triplas opressões” (Anzaldúa,2000; Gonzalez, 2020) ao longo de toda sua trajetória, como revelam as narrativas de mulheres negras neste estudo, acarretando danos, prejuízos psíquicos e dificuldade de reconhecimento dentro do espaço acadêmico. Ao mesmo tempo, revela um caminho de superação e resistência ao longo do percurso de violências racistas vivenciados por essas mulheres. A pesquisa buscou romper com metodologias unívocas, cristalizadas e que negligenciam as subjetividades das experiências de vidas negras, sendo guiada por uma perspectiva interseccional para analisar os eixos de opressões que envolvem a vida de nossas entrevistadas, mulheres negras ingressas no programa de mestrado. Sendo assim, o trabalho demonstra a trajetória de mulheres negras até a Pós-Graduação, retratando suas vivências e expectativas por mudanças através da educação. As narrativas revelam os efeitos do racismo estrutural e do sexismo no cotidiano. Bem como a necessidade da construção de políticas públicas de permanência, antirracista e emancipatória dentro da universidade.</summary>
    <dc:date>2025-08-29T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Gestão de Trilhas para Avaliação do Uso Público Da Flona Mário Xavier - Seropédica – RJ</title>
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      <name>Machado, Bruno Henrique Ferreira</name>
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    <updated>2026-08-21T15:00:06Z</updated>
    <published>2026-02-27T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Gestão de Trilhas para Avaliação do Uso Público Da Flona Mário Xavier - Seropédica – RJ
Autor: Machado, Bruno Henrique Ferreira
Resumo: O objetivo desta dissertação é ampliar as discussões sobre a necessidade da gestão eficiente de&#xD;
trilhas para a conservação da biodiversidade na Floresta Nacional Mário Xavier (Flona MX),&#xD;
localizada no município de Seropédica, no estado do Rio de Janeiro, indicando as áreas&#xD;
potenciais para implementação de trilhas que são ou podem ser abertas ao uso público na&#xD;
unidade de conservação (UC), a fim de contribuir com o seu Plano de Uso Público. Alguns dos&#xD;
motivos para a escolha da Flona Mário Xavier para esta pesquisa são sua relevância ecológica,&#xD;
por abrigar espécies endêmicas típicas da Floresta Ombrófila de Terras Baixas (fitofisionomia&#xD;
da Mata Atlântica); além de possuir um plano de manejo que necessita ser efetivado, com a&#xD;
criação de um programa de gestão, como o uso público, além da necessidade de se discutir a&#xD;
temática conservação e inclusão social. A metodologia é pautada na pesquisa-ação, e se&#xD;
desenvolve através da elaboração de um minicurso e um curso de verão de mapeamento&#xD;
participativo de trilhas, em que a gestão da unidade de conservação, universidade e sociedade&#xD;
contribuem coletivamente em uma proposta de novo arranjo para o uso público de trilhas na&#xD;
UC. Ao final deste curso que contou com parte teórica e trabalho de campo (práxis territorial),&#xD;
além da aplicação de Protocolos de Avaliação Rápida para Trilhas (PAR-T) e questionários&#xD;
qualiquantitativo, desenvolveu-se uma consulta com a gestão da UC para a elaboração de um&#xD;
inventário de todas as trilhas mapeadas por esta pesquisa, com as delimitações de zonas onde&#xD;
as trilhas têm potencial para desenvolver atividades ecopedagógicas, além de indicar também&#xD;
quais áreas são mais sensíveis ao uso público, indicando apenas para monitoramento ambiental,&#xD;
a fim de não prejudicar a dinâmica ecossistêmica. Os dados coletados serviram de base para a&#xD;
construção do mapa e do inventário das trilhas e caminhos da UC, sendo selecionadas seis&#xD;
trilhas ao final. O mapeamento proposto torna-se um produto norteador para a gestão do uso&#xD;
público, propiciando às trilhas da Flona MX maior viabilidade para seu uso sustentável, sendo&#xD;
atribuído uso e funções das mesmas, garantindo o direito de lazer e acesso a natureza, além de&#xD;
reforçar a importância da UC como espaço de promoção de educação ambiental e pesquisa&#xD;
científica</summary>
    <dc:date>2026-02-27T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A horta escolar como uma ferramenta para educação ambiental: um estudo de caso na escola municipalizada de Jaceruba, Nova Iguaçu, RJ</title>
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      <name>Saraiva Junior, Alex Gomes</name>
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    <updated>2026-08-19T19:47:29Z</updated>
    <published>2025-11-26T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A horta escolar como uma ferramenta para educação ambiental: um estudo de caso na escola municipalizada de Jaceruba, Nova Iguaçu, RJ
Autor: Saraiva Junior, Alex Gomes
Resumo: Atualmente a Educação Ambiental se torna uma corrente da educação importante para o entendimento da conservação dos recursos naturais e da natureza ao nosso redor. Dessa forma, difundir essa discussão e abordar esse tema nas escolas é essencial para que, desde os primeiros anos de formação, o indivíduo possa ter contato com a Educação Ambiental. Este estudo investiga o potencial da Horta Escolar como uma ferramenta pedagógica e um agente catalisador para o desenvolvimento de uma EA crítica e contextualizada. O foco empírico é o assentamento de Jaceruba, um local de base agrícola na zona de amortecimento da Reserva Biológica do Tinguá, onde conflitos entre modelos produtivos e conservação demandam soluções educativas localizadas. O objetivo principal desta pesquisa foi analisar como o Projeto Educação Ambiental em Foco, implementado na Escola Municipalizada de Jaceruba, pode estabelecer a escola como um polo central para a discussão da sustentabilidade e promover a articulação entre o ambiente escolar e a comunidade de produtores. A metodologia utilizada é de natureza qualitativa e exploratória, estruturada como um estudo de caso, fundamentado nos preceitos da Educação Ambiental Crítica e da Agroecologia. As ações do projeto incluíram a construção da horta como um "laboratório vivo", oficinas temáticas e a instalação de infraestrutura de apoio. Os resultados demonstram que a horta escolar transcendeu sua função física, revelando-se um dispositivo eficaz para o ensino interdisciplinar, engajamento comunitário (por meio da adesão de pais e alunos às oficinas) e demonstração prática de alternativas de cultivo sustentável, oferecendo um contraponto pedagógico ao modelo agrícola convencional. Conclui-se que, ao contextualizar o ensino e conectar a teoria com a prática produtiva local, a escola, por meio da horta, consolida-se como o agente central e articulador da Educação Ambiental no assentamento.</summary>
    <dc:date>2025-11-26T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Unidades de Conservação e o Ensino De Geografia: Potencialidades a partir da paisagem do Parque Natural Municipal De Nova Iguaçu (RJ)</title>
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      <name>Torquato, Lucas de Holanda</name>
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    <updated>2026-07-27T19:49:22Z</updated>
    <published>2025-10-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Unidades de Conservação e o Ensino De Geografia: Potencialidades a partir da paisagem do Parque Natural Municipal De Nova Iguaçu (RJ)
Autor: Torquato, Lucas de Holanda
Resumo: O Ensino de Geografia é um campo muito relevante para a sociedade, visto que é a partir de&#xD;
seus conteúdos, que os alunos se percebem no espaço e entendem as dinâmicas nele presentes.&#xD;
Nesse sentido, a pesquisa evidencia essa temática nas Unidades de Conservação, pois são&#xD;
lugares com diversidades e potencialidades para o ensino, tendo como área de recorte o&#xD;
Parque Natural Municipal de Nova Iguaçu (PNMNI). Desse modo, o objetivo geral do&#xD;
trabalho é analisar a partir da paisagem, as potencialidades do PNMNI para o ensino de&#xD;
Geografia, em especial para os componentes curriculares hidrografia e vegetação voltadas&#xD;
para o ensino fundamental II. Para alcançar os resultados da pesquisa, a priori foi realizado&#xD;
um aprofundamento teórico-conceitual, por meio de alguns conceitos sendo eles: lugar, a&#xD;
partir de Tuan(1986 [1930]), Tuan(2012 [1930]), Oliveira (2013) e Queiroz(2018); paisagem,&#xD;
como base em Falcão Sobrinho (2025) e Gomes (2001); Unidades de Conservação, a partir de&#xD;
Queiroz (2023), Morais (1997), Diegues (2008), Vallejo (2009) e Aguiar (2018); práticas&#xD;
educativas em ambientes não formais, com base em Gohn (2006), Almeida (2014) e Quadra&#xD;
et al. (2016) e por fim no que tange ao Ensino de Geografia, em Macêdo (2016), Leite et al.&#xD;
(2020) e Cavalcanti (2008). Em seguida, após o levantamento bibliográfico, foram realizados&#xD;
trabalhos de campo no PNMNI e na Escola Municipal Júlio Rabello Guimarães, para a&#xD;
observação in loco e registros fotográficos das potencialidades do lugar. Por fim, com os&#xD;
dados coletados e analisados, foi realizada a atividade/oficina com os alunos do 7o ano a&#xD;
respeito do PNMNI. A pesquisa teve diferentes momentos, como levantamento bibliográfico,&#xD;
análise documental, estudo do meio a partir de trabalhos de campo e oficinas, sendo atribuída&#xD;
a abordagem qualitativa. Os resultados obtidos a partir de todo caminho metodológico,&#xD;
mostrou de que forma essas potencialidades analisadas, podem ser utilizadas em momentos&#xD;
formativos fortalecendo assim o ensino-aprendizado dos estudantes</summary>
    <dc:date>2025-10-01T00:00:00Z</dc:date>
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