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  <title>Repositório Comunidade:</title>
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  <updated>2026-08-26T06:02:34Z</updated>
  <dc:date>2026-08-26T06:02:34Z</dc:date>
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    <title>Professores no YouTube! O inédito viável freireano na pandemia</title>
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      <name>Soares, Roberta Ferreira Sandim</name>
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    <updated>2026-08-25T12:39:53Z</updated>
    <published>2024-02-27T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Professores no YouTube! O inédito viável freireano na pandemia
Autor: Soares, Roberta Ferreira Sandim
Resumo: Esta pesquisa apresenta as práticas pedagógicas de professores de escolas públicas&#xD;
que lecionaram por intermédio do YouTube durante a pandemia. É pertinente ressaltar&#xD;
que os vídeos, assim como suas possibilidades de gravação, edição e&#xD;
compartilhamentos, a incluir os dispositivos móveis, ganharam iminência no cenário&#xD;
pandêmico, enfrentado no Brasil e no mundo. Assim, problematizamos a prática&#xD;
democrática por uma educação pública em contextos pandêmicos, em tempos de&#xD;
isolamento físico na cultura da conectividade. O objetivo é investigar como os&#xD;
professores desenvolveram suas práticas pedagógicas e quais invenções tornamos&#xD;
possíveis. Nesse sentido, tentar compreender a formação de professores a partir das&#xD;
narrativas em vídeo e o que suas experiências teriam a nos dizer. Como método,&#xD;
busco apoio na pesquisa-narrativa e pesquisa-formação, usada para construir&#xD;
possíveis entendimentos do problema proposto, em diálogo com obras freireanas e&#xD;
com Estudos do Cotidiano. Nestes escritos estão articulados minha história de&#xD;
formação à narrativas de outros professores, que lançam mão de uma linguagem mais&#xD;
cotidiana, que roça nos procedimentos da produção em vídeo, valendo-se das&#xD;
intensidades de uma pesquisa de campo em uma página pública da internet, por uma&#xD;
estratégia de composição baseada em frames, montagens, linkando tramas e nós. A&#xD;
intenção é contribuir para o fortalecimento de espaços em rede que oportunizam a&#xD;
democratização do conhecimento, bem como, motivar a criação de ambientes online&#xD;
para a difusão e divulgação desses caminhos como espaço possível para lecionar.&#xD;
Ademais, perceber quais são os atravessamentos deste estudo a partir da minha&#xD;
trajetória de vida e formação, como professora-pesquisadora e de outros professores,&#xD;
também sujeitos-praticantes desta pesquisa. As análises nos revelaram que a&#xD;
plataforma YouTube pode ser considerada uma rede social que possibilita e incentiva&#xD;
uma aprendizagem autônoma e colaborativa. Com efeito, as práticas a partir de&#xD;
narrativas gravadas em vídeo buscou também compreender as características de uma&#xD;
linguagem multifacetada. Como aporte teórico dessas análises, busquei apoio nas&#xD;
obras de Paulo Freire cuja finalidade é abordar a docência atravessada pelas&#xD;
situações-limites, atos-limites, o inédito viável e, principalmente, a esperança em&#xD;
sintonia com as práticas sociais libertárias na Cibercultura, promovendo docências&#xD;
surpreendentes, histórias de professores da rede pública, suas práticas e reflexões&#xD;
teórico-metodológicas inspiradas nesta articulação. Na perspectiva de demonstrar&#xD;
como o pensamento do autor vem sendo reinventado na contemporaneidade. Sendo&#xD;
assim, estes escritos se constituem também como um lugar possível para discutir a&#xD;
produção audiovisual na formação de professores. Uma forma de aprender que&#xD;
integra as linguagens, as mídias e as conexões produzidas na cibercultura com/para&#xD;
a formação de professores, sobretudo para a educação.</summary>
    <dc:date>2024-02-27T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Micropolíticas de jovens que habitam e inventam o Rio das Pedras</title>
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      <name>Santos, Vanessa de Andrade Lira dos</name>
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    <updated>2026-08-25T12:01:44Z</updated>
    <published>2024-02-29T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Micropolíticas de jovens que habitam e inventam o Rio das Pedras
Autor: Santos, Vanessa de Andrade Lira dos
Resumo: Este trabalho investiga os modos inventivos de habitar o território do Rio das Pedras, com e&#xD;
para além do planejamento ou da precarização de seu terreno. Fincado na Zona Oeste do Rio&#xD;
de Janeiro, o Rio das Pedras carrega as marcas das memórias dos seus habitantes, as&#xD;
discrepâncias dos poderes e das carências que o constituem, e uma rede de elaborações que o&#xD;
configura enquanto espaço de resistência. O coletivo Cine &amp; Rock, e a praça do Pinheiro,&#xD;
surgem como pontos de ancoragem para os deslocamentos na região. Neste sentido, pensar&#xD;
em como os sujeitos, sobretudo os jovens, criam maneiras de pertencer neste ponto da cidade,&#xD;
se apresenta como percurso para iluminar a seguinte tese: É na invenção cotidiana,&#xD;
humanizadora dos territórios, que os sujeitos criam para além das demandas estratégicas que&#xD;
reduzem seus corpos. E é na amplitude destes corpos fazedores de lugares, que os espaços são&#xD;
redimensionados em seus aspectos físicos e imaginados. A metodologia da cartografia é&#xD;
elencada nesta pesquisa como recurso para pensar e viver os lugares, ao acessar memórias e&#xD;
caminhar por eles, em um exercício de concomitância entre o recurso de cruzar pontos do&#xD;
mapa da região e conduzir uma espécie de bricolagem que relaciona narrativas, notícias e&#xD;
registros imagéticos mapeados em e sobre o Rio das Pedras. A pesquisa inicia-se com um&#xD;
resgate autobiográfico do sentido de habitar, que faz da memória o primeiro recurso de&#xD;
mapeamento de lugares. A seguir, compreendemos a cartografia como um modo de&#xD;
mergulhar, e nos apropriamos de suas ferramentas para pisar nas bordas do território do Rio&#xD;
das Pedras, percorrendo pontos da região até a chegada na praça do Pinheiro, berço do&#xD;
coletivo Cine &amp; Rock. A relação entre juventudes e cidade se desdobra como ponto focal&#xD;
deste lugar de encontro, que afunila a pesquisa na ação de limpeza da praça. A partir deste&#xD;
cruzamento no mapa, que se assenta em um local de encontro da região, conduzimos nossa&#xD;
reflexão no diálogo com autores que se afinam em direção à dimensão estética das&#xD;
territorialidades, sempre indissociável das micropolíticas que a definem. No tensionamento&#xD;
entre conformidade e resistência, o espaço relacional da cidade é reelaborado sem cessar&#xD;
como prática educativa. Ainda que as fomes se relativizem com as necessidades implicadas&#xD;
em sobreviver, e para além do descarte de coisas e de experiências, a dimensão estética dos&#xD;
cotidianos precarizados se apresenta como “mundos que se negam e existem, também, em&#xD;
virtude dessa negação” (HISSA, 2010, p.85). É na incapacidade de manutenção das&#xD;
obviedades programadas que a inventividade de todos os dias acontece, nos tempos interiores&#xD;
dos sujeitos em diálogo criativo com os seus lugares.</summary>
    <dc:date>2024-02-29T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Da autodeclaração à heteroidentificação: caminhos para efetivação das políticas de Ação Afirmativa no portal de notícias G1 (2018 a 2022)</title>
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      <name>Pereira, Taianne Barrêto</name>
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    <updated>2026-08-25T11:39:21Z</updated>
    <published>2024-02-23T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Da autodeclaração à heteroidentificação: caminhos para efetivação das políticas de Ação Afirmativa no portal de notícias G1 (2018 a 2022)
Autor: Pereira, Taianne Barrêto
Resumo: A partir do entendimento da importância e impacto social das reservas de vagas para pessoas&#xD;
negras, a heteroidentificação torna-se um importante mecanismo no sentido de evitar fraude na&#xD;
ocupação dessas vagas, possibilitando, assim, o alcance da política de Ação Afirmativa racial pelo&#xD;
grupo a que se destina. Entretanto, faz-se necessário debater a forma como esse tema está sendo&#xD;
abordado na sociedade e na mídia, mais especificamente. Assim, o campo da pesquisa delimitado&#xD;
foi o portal de notícias G1, do grupo Globo, por ser atualmente o portal de notícias com maior&#xD;
número de acessos. A pesquisa teve por objetivo analisar os artigos publicados no portal, a partir&#xD;
do uso do termo ‘heteroidentificação’ entre os anos de 2018 e 2022. A metodologia utilizada foi&#xD;
Análise de Conteúdo de Bardin (2020), tanto para o levantamento quantitativo, quanto para a&#xD;
análise qualitativa. Os resultados demonstraram que há pouco interesse em informar sobre os&#xD;
procedimentos da heteroidentificação e critérios a serem analisados em cada texto. Demarca-se a&#xD;
mudança do discurso tendo em vista que nos três primeiros anos dos textos levantados foram&#xD;
publicados artigos de opinião contrária a política de reserva de vagas étnico-raciais e o&#xD;
procedimento de heteroidentificação. Nos anos de 2021 e 2022 houve aumento significativo de&#xD;
textos que abordaram ou citaram a heteroidentificação. A maior incidência de publicações são as&#xD;
que tratavam sobre concursos públicos, seguindo da abordagem no Ensino Superior. Além desses&#xD;
campos, há registro do tema na área da cultura e do poder legislativo. Concluiu-se que com o passar&#xD;
dos anos mais órgãos vêm aderindo às cotas raciais e a heteroidentificação como forma de&#xD;
validação da autodeclaração étnico-racial, demonstrando, assim, o aumento do interesse público na&#xD;
efetivação das políticas de Ação Afirmativa e dos mecanismos para efetivá-las.</summary>
    <dc:date>2024-02-23T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Quinhoar Ensino de História pública e digital: a cibercultura e o uso do Facebook na educação básica</title>
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      <name>Costa, Raquel Elison</name>
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    <updated>2026-08-25T11:17:45Z</updated>
    <published>2024-02-26T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Quinhoar Ensino de História pública e digital: a cibercultura e o uso do Facebook na educação básica
Autor: Costa, Raquel Elison
Resumo: Este trabalho desenvolveu reflexões em torno do Facebook, a partir do conceito de&#xD;
sociedade civil de Gramsci. Nesse sentido, realizou algumas ponderações acerca&#xD;
desta rede social e suas implicações nas esferas sociais. Procurou-se refletir sobre&#xD;
as possibilidades de ensinar história utilizando a página Quinhoar Ensino de História&#xD;
no Facebook como um recurso didático nas salas de aula do ensino básico. A&#xD;
pesquisa utilizou a página “Quinhoar: Ensino de História” para mobilizar os conceitos&#xD;
de gênero, classe e raça, dentro de uma perspectiva da teoria da reprodução social.&#xD;
Alguns estudos de Paulo Freire foram utilizados com o intuito de refletir sobre uma&#xD;
educação democrática, inclusiva e de resistência à ordem capitalista. A pesquisa&#xD;
teve início com o seguinte questionamento: É possível ensinar história por meio de&#xD;
uma página no Facebook? Ao longo da pesquisa se chegou à conclusão de que sim,&#xD;
desde que o professor fique atento às seguintes constatações: as redes sociais&#xD;
on-line e a internet, estão sob grande domínio dos interesses mercadológicos,&#xD;
sobretudo devido à forma com que os algoritmos foram escritos; muitos alunos já&#xD;
dominam um saber que os permite circular pelas redes sociais e obter&#xD;
conhecimentos. Estas duas conclusões criaram o seguinte impasse: Como ensinar&#xD;
uma história crítica através da página Quinhoar, mobilizando o conhecimento que os&#xD;
alunos já possuem, em uma rede social submetida à lógica capitalista? Um caminho&#xD;
encontrado foi produzir e utilizar materiais didáticos por meio da página “Quinhoar:&#xD;
Ensino de História”, contudo, subordinando-os ao contexto histórico vivenciado no&#xD;
chão da sala de aula e voltar o foco da pesquisa para as demandas do ensino&#xD;
presencial.</summary>
    <dc:date>2024-02-26T00:00:00Z</dc:date>
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