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  <title>Repositório Comunidade:</title>
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  <updated>2026-08-26T06:02:40Z</updated>
  <dc:date>2026-08-26T06:02:40Z</dc:date>
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    <title>Estabelecimento de Gigaspora margarita e Glomus clarum por gramíneas e leguminosas e esporulação de fungos micorrízicos arbusculares indígenas</title>
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      <name>Santos, Anselmo Lúcio dos</name>
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    <updated>2026-08-25T16:05:19Z</updated>
    <published>1998-05-21T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Estabelecimento de Gigaspora margarita e Glomus clarum por gramíneas e leguminosas e esporulação de fungos micorrízicos arbusculares indígenas
Autor: Santos, Anselmo Lúcio dos
Resumo: Com o objetivo de avaliar o estabelecimento dos fungos&#xD;
micorrízicos arbusculares (FMAs) exóticos Gigaspora margarita e Glomus&#xD;
clarum por diferentes plantas e seus efeitos sobre a população de FMAs&#xD;
indígenas (Acaulospora rugosa, Entrophospora colombiana, G. margarita e&#xD;
Glomus macrocarpum), foram instalados três experimentos em casa de&#xD;
vegetação, num delineamento experimental de blocos ao acaso em arranjo&#xD;
fatorial de 10 plantas x 3 fontes de inóculo. As plantas foram: 3 gramíneas&#xD;
(Brachiaria decumbens, Pennisetum glaucum e Sorghum bicolor) e 7&#xD;
leguminosas (Crotalaria juncea, Mucuna pruriens, Arachis pintoi,&#xD;
Desmodium ovalifolium, Stylosanthes guianensis, Pueraria phaseoloides e&#xD;
Neonotonia wightii) e as fontes de inóculo de FMAs foram: (Não inoculado;&#xD;
100g de inóculo de solo de G. margarita e 100g de inóculo de solo de G.&#xD;
clarum). Foi utilizado amostra de material erodido de um solo Podzólico&#xD;
Vermelho, não desinfestado e adubado com fosfato de rocha (5,5 g/kg de&#xD;
amostra). As gramíneas receberam o equivalente a 80 kg/ha de nitrogênio, e&#xD;
estirpes de rizóbio específicas foram inoculadas nas sementes das&#xD;
leguminosas.&#xD;
&#xD;
O primeiro experimento avaliou o estabelecimento de G.&#xD;
margarita e de G. clarum e seus efeitos sobre os FMAs indígenas, através da&#xD;
colonização radicular, do número de esporos encontrados nas rizosferas e na&#xD;
nutrição e desenvolvimento das plantas hospedeiras após 100 dias de cultivo.&#xD;
Deste experimento coletou-se material de solo para montar o segundo e o&#xD;
terceiro experimentos. O segundo experimento, um bioensaio, para avaliação&#xD;
da capacidade infectiva dos FMAs exóticos e indígenas, foi composto de&#xD;
&#xD;
xii&#xD;
&#xD;
duas fases, utilizando-se o S. bicolor como planta indicadora: Na fase I, o S.&#xD;
bicolor foi germinado e crescido no material de solo do primeiro&#xD;
experimento, sendo transplantado aos 7, 14, 21, 28, 35 e 42 dias após a&#xD;
emergência (DAE); na fase II o S. bicolor foi transplantado para potes com&#xD;
material de solo autoclavado, onde as plantas cresceram até a produção de&#xD;
grãos, quando amostras para identificação das espécies de FMAs foram&#xD;
coletadas, e a capacidade infectiva foi baseada na presença ou ausência de&#xD;
esporos de FMAs. No terceiro experimento avaliou-se a efetividade dos&#xD;
FMAs exóticos e indígenas para Leucaena leucocephala, através das&#xD;
medidas da altura e do diâmetro do caule aos 90 e 120 DAE.&#xD;
&#xD;
No tratamento inoculado com G. margarita, o número de esporos&#xD;
desta espécie na rizosfera do S. bicolor foi superior ao encontrado nas&#xD;
rizosferas das leguminosas, exceto para a M. pruriens e o S. guianensis. Com&#xD;
a inoculação de G. clarum associada à B. decumbens e ao P. glaucum foi&#xD;
verificado o menor número de esporos da G. margarita indígena. O G.&#xD;
clarum apresentou maior número de esporos quando associado ao P.&#xD;
glaucum, S. bicolor e M. pruriens. O número de esporos da A. rugosa&#xD;
aumentou com a introdução dos FMAs exóticos no P. glaucum, enquanto&#xD;
que a C. juncea e a N. wightii somente promoveram incrementos quando&#xD;
associadas ao tratamento inoculado com G. clarum. Entretanto, o A. pintoi e&#xD;
o P. phaseoloides reduziram o número de esporos desta espécie de fungo. A&#xD;
E. colombiana, teve o maior número de esporos no tratamento inoculado&#xD;
com G. margarita e cultivado com S. bicolor. Para o G. macrocarpum,&#xD;
verificou-se maior número de esporos nas gramíneas associadas ao&#xD;
tratamento inoculado com G. margarita, o mesmo ocorreu nos tratamentos&#xD;
com G. clarum, nas rizosferas do P. phaseoloides e da N. wightii.</summary>
    <dc:date>1998-05-21T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Diversidade, densidade de propágulos infectivos e capacidade infectiva de fungos micorrízicos arbusculares (FMA), em solo sob leguminosas herbácas perenes</title>
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      <name>Gravina, Geraldo de Amaral</name>
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    <updated>2026-08-25T13:45:00Z</updated>
    <published>1998-10-23T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Diversidade, densidade de propágulos infectivos e capacidade infectiva de fungos micorrízicos arbusculares (FMA), em solo sob leguminosas herbácas perenes
Autor: Gravina, Geraldo de Amaral
Resumo: Avaliaram-se entre 1997 e 1998, em experimento de longa duração,&#xD;
implantado em 03/95, localizado no campo experimental da Embrapa Agrobiologia&#xD;
em solo Podzólico Vermelho distrófico (PVd) série Itaguaí - RJ, o Número de&#xD;
Propágulos Infectivos (NPI) e a Capacidade Infectiva (CI) de Fungos Micorrízicos&#xD;
Arbusculares (FMA) indígenas, em solo coberto com diferentes leguminosas&#xD;
herbáceas perenes que, após o estabelecimento, foram roçadas duas vezes ao ano.&#xD;
A parte aérea, após o corte das leguminosas, foi manejada através da remoção ou&#xD;
manutenção em cobertura sobre a parcela. As leguminosas sob avaliação foram:&#xD;
Arachis pintoi; Macroptilium atropurpureum; Pueraria phaseoloides e&#xD;
vegetação espontânea mantida capinada, num delineamento em blocos casualizados&#xD;
com parcelas subdivididas.&#xD;
Para a estimativa do NPI e a avaliação da CI, instalaram-se bioensaios em&#xD;
casa-de-vegetação com amostras coletadas aproximadamente aos 22 meses após a&#xD;
implantação do experimento de campo, após o 4&#xD;
o&#xD;
corte das plantas. Nessas&#xD;
amostras, fez-se a contagem dos esporos de FMA. Para a avaliação do NPI&#xD;
empregou-se o bioensaio do Número Mais Provável (NMP), onde as diluições&#xD;
foram feitas em 9 séries, na base 4 e com 5 repetições por diluição. No bioensaio&#xD;
&#xD;
xvii&#xD;
&#xD;
da CI, empregou-se a metodologia de planta isca com Sorghum bicolor crescendo&#xD;
no inóculo (amostras do campo), sendo transplantadas após 7, 14, 21, 28 e 35 dias,&#xD;
para potes com solo esterilizado, tendo sido o sistema radicular cuidadosamente&#xD;
lavado. Em ambos os bioensaios, as plantas de sorgo foram cultivadas até a&#xD;
senescência (6 meses), quando coletou-se o substrato e através dos esporos&#xD;
existentes nele, identificou-se e quantificou-se as espécies de FMA presentes. Foi&#xD;
determinado o NPI por espécies individuais de FMA pela técnica do NMP baseado&#xD;
na identificação dos esporos gerados nas diluições e o NPI determinado pelo NMP&#xD;
baseado na colonização radicular.&#xD;
Os resultados indicaram que a manutenção dos materiais vegetais promoveu&#xD;
aumento no número de esporos e no NPI quando comparado com a remoção dos&#xD;
resíduos, independentemente da espécie de leguminosa. Entre as leguminosas, não&#xD;
houve diferença significativa na estimativa do NPI pelo NMP baseado na&#xD;
identificação dos esporos gerados nas diluições. Na avaliação do NPI baseado na&#xD;
colonização radicular, A. pintoi proporcionou maior NPI no solo do que M.&#xD;
atropurpureum. Ao se avaliar o NPI por espécie de FMA observou-se&#xD;
comportamento diferenciado para cada uma das espécies individuais. A técnica da&#xD;
CI recuperou 14 espécies de FMA, a da contagem direta dos esporos 16, enquanto&#xD;
que pelo NMP detectou-se 18 espécies: Glomus diaphanum; G. etunicatum; G.&#xD;
macrocarpum; G. microcarpum; G. occultum; G. sp1; Scutellospora castanea; S.&#xD;
heterogama; S. weresubiae; Acaulospora appendicula; A. rehmii; A. mellea; A.&#xD;
morrowiae; A. scrobiculata; A. tuberculata, Gigaspora albida; G. decipiens e&#xD;
Sclerocystis sinuosa. A técnica da CI não detectou S. castanea; A. tuberculata; G.&#xD;
decipiens e S. sinuosa, e a extração e contagem direta dos esporos, G. sp1 e G.&#xD;
decipiens. As demais espécies de FMA foram recuperadas pela técnica da CI e&#xD;
extração de esporos. As espécies G. occultum; G. diaphanum; G. macrocarpum;&#xD;
G. etunicatum; A. scrobiculata; A. rehmii e A. mellea infectaram as raízes do&#xD;
sorgo em até 7 dias de exposição no inóculo, e revelaram alto número de&#xD;
propágulos infectivos, sendo então consideradas como de infectividade muito alta&#xD;
e alta densidade. S. heterogama, apesar de presente em baixa densidade&#xD;
&#xD;
xviii&#xD;
&#xD;
populacional (baixo valor de NMP) infectou em até 14 dias de exposição,&#xD;
apresentando, portanto, capacidade infectiva alta e baixa densidade. O contrário&#xD;
ocorreu com S. castanea e A. tuberculata, que apesar do alto NPI, não infectaram&#xD;
as raízes do sorgo até 35 dias de exposição no inóculo. As demais espécies&#xD;
apresentaram baixo NPI e CI. O alto número de repetições (12) no bioensaio da CI,&#xD;
permitiu verificar que houve maior variabilidade entre as repetições de campo do&#xD;
que as de casa-de-vegetação.&#xD;
As três metodologias revelaram resultados distintos, sendo observado que a&#xD;
contagem direta dos esporos no solo e o NPI baseado na colonização radicular&#xD;
subestimaram a densidade de propágulos e, o NPI baseado na identificação dos&#xD;
esporos de cada espécie gerados nas diluições do NMP revelou maiores valores de&#xD;
estimativas de propágulos infectivos de FMA.&#xD;
As densidades populacionais de FMA correlacionaram-se positivamente com&#xD;
a produção de fitomassa seca de parte aérea das plantas e teores de nutrientes (N, P&#xD;
e K) acumulados. Com os dados de densidades de esporos e NPI por espécie de&#xD;
FMA, procederam-se cálculos de índices de diversidade específica de FMA, os&#xD;
quais indicaram que as plantas hospedeiras, bem como as formas de manejo,&#xD;
proporcionaram alterações no componente equitabilidade da diversidade, sem&#xD;
alterar a riqueza de espécies.</summary>
    <dc:date>1998-10-23T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Decomposição de serapilheira de aporte de nutrientes em plantios puros e consorciados de Eucalyptus grandis Maiden, Pseudosamanea guachapele Dugand e Acacia mangium Wild</title>
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      <name>Froufe, Luís Cláudio Maranhão</name>
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    <updated>2026-08-24T13:44:35Z</updated>
    <published>1999-03-26T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Decomposição de serapilheira de aporte de nutrientes em plantios puros e consorciados de Eucalyptus grandis Maiden, Pseudosamanea guachapele Dugand e Acacia mangium Wild
Autor: Froufe, Luís Cláudio Maranhão
Resumo: Foram conduzidos, em Seropédica - RJ, dois experimentos em que se objetivou&#xD;
estudar a ciclagem de nutrientes em plantios puros e consorciados de eucalipto e duas&#xD;
leguminosas arbóreas florestais fixadoras de N2, uma com alta e outra com baixa taxa de&#xD;
decomposição. No primeiro experimento estudou-se a deposição de material formador&#xD;
da serapilheira, identificando suas frações, sua importância no total acumulado e sua&#xD;
sazonalidade, aos 5 anos após o plantio. Estudaram-se também a qualidade desta&#xD;
serapilheira e a quantidade total de nutrientes devolvidos ao solo pelos plantios. O&#xD;
segundo experimento objetivou estudar a decomposição de amostras de folhas coletadas&#xD;
desses plantios, com o intuito de fixar os parâmetros da liberação de nutrientes das&#xD;
folhas dessas espécies para o solo. Os resultados mostraram que as folhas foram&#xD;
responsáveis por 54,8 a 66,6%, sendo que as estruturas lenhosas contribuíram com 8,3 a&#xD;
34,7%, as estruturas reprodutivas com 4,1 a 25,3%, as cascas com 6,7 a 8,2% e, o&#xD;
refugo, com 1,6 a 9,2% do total da serapilheira formada nesses plantios. Quanto à&#xD;
deposição da serapilheira, a espécie Acacia mangium foi responsável pelo maior aporte&#xD;
de serapilheira (12.850 kg.ha-1), seguida pelos plantios contendo Eucalyptus grandis&#xD;
(9.900 kg.ha-1, no plantio solteiro e, 7.650 kg.ha-1 no plantio consorciado) e, pelo&#xD;
plantio de Pseudosamanea guachapele, responsável pelos menores aportes (7.970&#xD;
kg.ha-1). Quanto à qualidade da serapilheira, aquela encontrada nos plantios de&#xD;
pseudosamanea apresentou-se com maiores teores de nutrientes (2,41% N; 0,1% P;&#xD;
0,37% K; 1,42% Ca e 0,83% Mg) que as demais espécies, acácia (1,65% N; 0,04% P;&#xD;
0,40% K; 0,75% Ca e 0,18% Mg) e eucalipto (1,05% N; 0,09% P; 0,27% K; 0,90% Ca&#xD;
e 0,25% Mg). Além disso, as folhas de pseudosamanea apresentaram menor relação&#xD;
C:N (20,8) que as demais (31,4 em acácia e; 50,4 em eucalipto), o que viriam a ratificar&#xD;
nossa hipótese inicial da maior velocidade de decomposição das folhas de&#xD;
pseudosamanea (T1/2= 16,8 dias), superior às demais (19,9 dias para acácia e; 24,1 dias&#xD;
para eucalipto).</summary>
    <dc:date>1999-03-26T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Gênese, classificação e avaliação da aptidão agrícola de solos de natureza carbonática, Itaperuna-RJ</title>
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      <name>Fagundes, Hugo de Souza</name>
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    <updated>2026-08-20T12:57:33Z</updated>
    <published>2024-08-26T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Gênese, classificação e avaliação da aptidão agrícola de solos de natureza carbonática, Itaperuna-RJ
Autor: Fagundes, Hugo de Souza
Resumo: As rochas carbonáticas são caracterizadas por possuírem, predominantemente, em sua&#xD;
composição minerais carbonáticos, como calcita (CaCO3) ou dolomita (CaMg(CO3)2). O&#xD;
mesmo material de origem, sujeito a diferentes condições de relevo e clima influencia a&#xD;
formação de solos com características distintas. A topografia, que inclui componentes como&#xD;
inclinação, altitude e orientação, afeta a distribuição e quantidade de água que infiltra no solo.&#xD;
Essa relação influencia em classes de solos e aptidão agrícola das terras diferentes. Com isso,&#xD;
o objetivo desse estudo foi caracterizar os atributos morfológicas, físicos, químicos e&#xD;
mineralógicos de solos em uma topossequência de natureza carbonática, mantendo as condições&#xD;
climáticas e o material de origem constantes, variando apenas a declividade do terreno. A área&#xD;
de estudo está localizada no município de Itaperuna, situado na região Noroeste Fluminense do&#xD;
estado do Rio de Janeiro. Foram selecionados quatros perfis ao longo de uma topossequência,&#xD;
localizados nas posições de topo (P1), terço superior (P2), terço médio (P3) e terço inferior&#xD;
(P4). Foram coletadas amostras deformadas para análises morfológicas, físicas, químicas e&#xD;
mineralógicas. Os perfis foram descritos de acordo com o Manual de Descrição e Coleta de&#xD;
Solo no Campo, classificados segundo o Sistema Brasileiro de Classificação de Solos e&#xD;
avaliados usando o Sistema de Avaliação da Aptidão Agrícola das Terras. Todos os perfis foram&#xD;
classificados como eutróficos, por apresentaram alta saturação por bases, devido a composição&#xD;
do material de origem. Foi observada a presença de cerosidade nos perfis P1, P2 e P3, o que&#xD;
indica a ocorrência de translocação de argila. No perfil P1 a argila é de baixa atividade,&#xD;
enquanto os perfis P3 e P4 têm argila de alta atividade. Os principais processos pedogenéticos&#xD;
específicos identificados foram de elutriação (P1) eluviação e iluviação (P2) e melanização e&#xD;
carbonatação (P3 e P4). A inclinação acentuada é o principal impedimento para a aptidão das&#xD;
terras, resultando em riscos de erosão e limitando o uso de mecanização. A variação dos solos&#xD;
ao longo da topossequência é intrinsicamente ligada ao relevo, que influencia diretamente na&#xD;
drenagem e no escoamento superficial da água. Isso se reflete em diversidade de características&#xD;
morfológica nos perfis, como cor e estrutura.</summary>
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